AREsp 1820172 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque o recorrente não indicou de forma explícita e específica o permissivo constitucional autorizador (art. 105, III, CF) em sua petição, nos termos do art. 1.029, II, do CPC/2015, o que configura deficiência recursal sujeita ao óbice da Súmula n. 284 do STF; além disso, a impugnação exigiria reexame do conjunto fático-probatório sobre a existência de horas extras, providência vedada em recurso especial pelo óbice da Súmula n. 7 do STJ.
- Parties
- Recorrente: Julio Edson de Souza Pereira; Recorrido: Município de Parnaíba
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 September 2021
- Procedural Posture
- Agravo Interno / Acórdão
- Outcome
- Agravo interno improvido
- Legal Topics
- Servidor Público, Horas Extras, Adicional Noturno, Deficiência Recursal, Ônus Da Prova, Súmula 284 STF, Súmula 7 STJ
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
Julio Edson de Souza Pereira
Recorrente
Município de Parnaíba
Recorrido
Procedural Posture
Agravo Interno / Acórdão
Legal Issues
- 1 deficiência recursal por ausência de indicação do permissivo constitucional (art. 105, III, CF)
- 2 incidência da Súmula n. 284 do STF
- 3 incidência da Súmula n. 7 do STJ quanto ao reexame de provas
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque o recorrente não indicou de forma explícita e específica o permissivo constitucional autorizador (art. 105, III, CF) em sua petição, nos termos do art. 1.029, II, do CPC/2015, o que configura deficiência recursal sujeita ao óbice da Súmula n. 284 do STF; além disso, a impugnação exigiria reexame do conjunto fático-probatório sobre a existência de horas extras, providência vedada em recurso especial pelo óbice da Súmula n. 7 do STJ.
Court Disposition
Agravo interno improvido
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
- Manter a decisão agravada que conheceu do agravo para não conhecer do recurso especial
Full Case Text
Judgment text and source record
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