HC 922240 - DECISAO

HC 922240 - DECISAO

Não conheço do habeas corpus porque a impetração funciona como substitutivo de recurso/revisão criminal e implicaria supressão de instância; não há flagrante ilegalidade no ato que justifique intervenção de ofício. Quanto ao pedido de aplicação do §4º do art.33 da Lei 11.343/2006, as instâncias ordinárias fundamentaram concretamente a vedação da minorante pela demonstração da dedicação do paciente à atividade criminosa, de modo que não se verificou constrangimento ilegal que autorizasse a concessão da ordem.

Parties
Paciente: ROBSON LOPES GRIZOTTI; Tribunal a Quo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS; Órgão Ministerial: MINISTÉRIO PÚBLICO
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
07 October 2024
Procedural Posture
Habeas Corpus / Não Conhecimento (decisão De Não Conhecimento)
Outcome
Não conheço do habeas corpus
Legal Topics
Tráfico De Drogas, Tráfico Privilegiado (§4º Do Art.33 Da Lei 11.343/2006), Dosimetria, Habeas Corpus Substitutivo De Recurso, Supressão De Instância, Litispendência, Validade De Prova Testemunhal (depoimentos Policiais)

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 4 Authorities cited 8 Party arguments 2 Amounts and remedies 2
Sign in to unlock

Parties

ROBSON LOPES GRIZOTTI

Paciente

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Tribunal a Quo

MINISTÉRIO PÚBLICO

Órgão Ministerial

Procedural Posture

Habeas Corpus / Não Conhecimento (decisão De Não Conhecimento)

  1. 1 Possibilidade de conhecimento de habeas corpus como substitutivo de revisão criminal
  2. 2 Incidência da causa especial de redução de pena prevista no §4º do art.33 da Lei 11.343/2006 (tráfico privilegiado)
  3. 3 Proibição de reexame do acervo fático-probatório via habeas corpus

Ratio Decidendi

Não conheço do habeas corpus porque a impetração funciona como substitutivo de recurso/revisão criminal e implicaria supressão de instância; não há flagrante ilegalidade no ato que justifique intervenção de ofício. Quanto ao pedido de aplicação do §4º do art.33 da Lei 11.343/2006, as instâncias ordinárias fundamentaram concretamente a vedação da minorante pela demonstração da dedicação do paciente à atividade criminosa, de modo que não se verificou constrangimento ilegal que autorizasse a concessão da ordem.

Court Disposition

Não conheço do habeas corpus

Orders

  • Publique-se.
  • Intimem-se.