HC 955202 - ACORDAO
Impossibilidade de reconhecer nulidade do flagrante ou invalidar provas na via do habeas corpus quando a alegação de tortura demanda dilação probatória e não há elementos pré-constituídos suficientemente robustos nos autos; o laudo de lesões não estabelece nexo causal inequívoco e existem outros elementos que sustentam a autoria, razão pela qual se nega provimento ao agravo regimental.
- Parties
- Agravante: BRENO SIMAS DOS SANTOS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 29 September 2025
- Procedural Posture
- Agravo Regimental Em Habeas Corpus / Julgamento Decisão Denegatória
- Outcome
- Agravo regimental improvido
- Legal Topics
- Tráfico De Drogas, Nulidade De Provas, Tortura Policial, Exame De Corpo De Delito, Revolvimento Fático Probatório, Habeas Corpus, Agravo Regimental
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
BRENO SIMAS DOS SANTOS
Agravante
Procedural Posture
Agravo Regimental Em Habeas Corpus / Julgamento Decisão Denegatória
Legal Issues
- 1 Admissibilidade de exame de alegação de tortura na via do habeas corpus
- 2 Nulidade do flagrante por suposta tortura policial
- 3 Necessidade de dilação probatória para reconhecimento de tortura e nulidade probatória
Ratio Decidendi
Impossibilidade de reconhecer nulidade do flagrante ou invalidar provas na via do habeas corpus quando a alegação de tortura demanda dilação probatória e não há elementos pré-constituídos suficientemente robustos nos autos; o laudo de lesões não estabelece nexo causal inequívoco e existem outros elementos que sustentam a autoria, razão pela qual se nega provimento ao agravo regimental.
Court Disposition
Agravo regimental improvido
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment