AREsp 2646230 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem demonstrou, com fundamentação idônea e prova documental (registros de atos infracionais e prisão em flagrante em proximidade temporal), que o réu se dedicava a atividades ilícitas, afastando a minorante do art. 33, §4º, da Lei 11.343/2006; a eventual reavaliação desse conjunto fático-probatório é proibida no recurso especial pela Súmula 7/STJ, e a fixação do regime inicial e a impossibilidade de substituição da pena foram mantidas conforme a legislação e precedentes.
- Parties
- Agravante: Charles Nicolas Almeida da Fonseca; Órgão Julgador Recorrido: Tribunal de Justiça de Minas Gerais; Interveniente: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 09 October 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão Final Do STJ (agravo Conhecido E Desprovido)
- Legal Topics
- Tráfico De Drogas, Tráfico Privilegiado (art. 33, §4º, Lei 11.343/2006), Dosimetria, Regime Inicial De Cumprimento De Pena, Substituição De Pena, Súmula 7/stj, Súmula 83/stj
Case Brief
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Parties
Charles Nicolas Almeida da Fonseca
Agravante
Tribunal de Justiça de Minas Gerais
Órgão Julgador Recorrido
Ministério Público Federal
Interveniente
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Final Do STJ (agravo Conhecido E Desprovido)
Legal Issues
- 1 Aplicação do redutor do art. 33, §4º, da Lei 11.343/2006
- 2 Admissibilidade de reexame do conjunto fático-probatório em recurso especial (Súmula 7/STJ)
- 3 Uso de registros de atos infracionais para demonstrar habitualidade delitiva
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem demonstrou, com fundamentação idônea e prova documental (registros de atos infracionais e prisão em flagrante em proximidade temporal), que o réu se dedicava a atividades ilícitas, afastando a minorante do art. 33, §4º, da Lei 11.343/2006; a eventual reavaliação desse conjunto fático-probatório é proibida no recurso especial pela Súmula 7/STJ, e a fixação do regime inicial e a impossibilidade de substituição da pena foram mantidas conforme a legislação e precedentes.
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