AREsp 2929892 - ACORDAO

AREsp 2929892 - ACORDAO

Conheceu-se do agravo regimental e negou-se provimento porque a pretensão recursal de alterar a condenação para tráfico exigiria revolvimento do conjunto fático-probatório e nova análise das provas, hipótese vedada pela Súmula 7 do STJ, de modo que se manteve a desclassificação para posse de drogas para consumo pessoal (art. 28 da Lei 11.343/2006).

Parties
Agravante: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS; Apelado: Marco Aurélio
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
22 September 2025
Procedural Posture
Agravo Regimental / Julgamento Em Turma (decisão Colegiada)
Outcome
Agravo regimental desprovido
Legal Topics
Tráfico De Drogas, Posse De Drogas Para Consumo Pessoal, Súmula 7 Do STJ, Reexame De Provas

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 3 Authorities cited 4 Party arguments 2 Amounts and remedies 3
Sign in to unlock

Parties

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS

Agravante

Marco Aurélio

Apelado

Procedural Posture

Agravo Regimental / Julgamento Em Turma (decisão Colegiada)

  1. 1 Se é possível rever condenação por posse para consumo pessoal para crime de tráfico sem incorrer em reexame de provas
  2. 2 Aplicabilidade da Súmula 7 do STJ em recurso especial que dependeria de reexame fático-probatório
  3. 3 Confronto entre art. 28 e art. 33 da Lei 11.343/2006

Ratio Decidendi

Conheceu-se do agravo regimental e negou-se provimento porque a pretensão recursal de alterar a condenação para tráfico exigiria revolvimento do conjunto fático-probatório e nova análise das provas, hipótese vedada pela Súmula 7 do STJ, de modo que se manteve a desclassificação para posse de drogas para consumo pessoal (art. 28 da Lei 11.343/2006).

Court Disposition

Agravo regimental desprovido

Orders

  • Conhecer do agravo regimental e negar-lhe provimento
  • Manter o acórdão do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás que desclassificou o crime para o art. 28 da Lei 11.343/2006