RHC 199084 - ACORDAO
A manutenção da prisão preventiva foi considerada legítima porque a decisão de primeira instância apresentou fundamentação idônea, baseada na reiteração delitiva e na reincidência do condenado, que demonstram risco à ordem pública; além disso, a jurisprudência do STJ admite manter a segregação cautelar na sentença quando persistem os motivos que a autorizaram anteriormente, motivo pelo qual o agravo regimental foi desprovido.
- Parties
- Agravante: SIZENANDO VALDEVINO SIMÕES NETO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 29 August 2024
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus (agravo Regimental) / Julgamento (sexta Turma)
- Outcome
- Agravo regimental desprovido
- Legal Topics
- Tráfico De Entorpecentes, Prisão Preventiva, Reiteração Delitiva, Garantia Da Ordem Pública
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
SIZENANDO VALDEVINO SIMÕES NETO
Agravante
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus (agravo Regimental) / Julgamento (sexta Turma)
Legal Issues
- 1 Legalidade da prisão preventiva mantida na sentença condenatória
- 2 Fundamentação necessária para manutenção da custódia cautelar na sentença
- 3 Reincidência/reiteração delitiva como fundamento para prisão preventiva
Ratio Decidendi
A manutenção da prisão preventiva foi considerada legítima porque a decisão de primeira instância apresentou fundamentação idônea, baseada na reiteração delitiva e na reincidência do condenado, que demonstram risco à ordem pública; além disso, a jurisprudência do STJ admite manter a segregação cautelar na sentença quando persistem os motivos que a autorizaram anteriormente, motivo pelo qual o agravo regimental foi desprovido.
Court Disposition
Agravo regimental desprovido
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental
- Manter a prisão preventiva do agravante
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment