REsp 1822363 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque o exame da alegação de comunicação válida (AR assinada por terceiro) exigiria reexame do contexto fático-probatório, o que é vedado ao STJ nos termos da Súmula 7, e tal circunstância não constava do acórdão recorrido, não podendo ser conhecida.
- Parties
- Agravante: ESTADO DO MARANHÃO; Autora: ex-Presidente da Câmara de Vereadores de Coroatá/MA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 19 September 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno Em Recurso Especial / Julgamento Em Sessão Virtual
- Outcome
- Negou provimento ao agravo interno
- Legal Topics
- Tribunal De Contas, Processo Administrativo, Nulidade Por Deficiência De Comunicação De Ato Administrativo, Princípios Do Contraditório E Da Ampla Defesa, Súmula 7/stj, Reexame De Prova
Case Brief
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Parties
ESTADO DO MARANHÃO
Agravante
ex-Presidente da Câmara de Vereadores de Coroatá/MA
Autora
Procedural Posture
Agravo Interno Em Recurso Especial / Julgamento Em Sessão Virtual
Legal Issues
- 1 Violação aos princípios do contraditório e da ampla defesa por ausência de menção dos advogados na publicação do Diário Oficial
- 2 Possibilidade de revisão pelo STJ diante de alegação de comunicação por AR assinada por terceiro
- 3 Incidência da Súmula 7 do STJ que veda o reexame de matéria fático-probatória
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque o exame da alegação de comunicação válida (AR assinada por terceiro) exigiria reexame do contexto fático-probatório, o que é vedado ao STJ nos termos da Súmula 7, e tal circunstância não constava do acórdão recorrido, não podendo ser conhecida.
Court Disposition
Negou provimento ao agravo interno
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
- Manter o acórdão do Tribunal de origem que reconheceu nulidade parcial do processo administrativo
Full Case Text
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