HC 933103 - DECISAO
Não conheço do habeas corpus porque as alegações reproduzem matérias já enfrentadas ou próprias de recurso especial/apelação, não demonstram ilegalidade manifesta nem constrangimento ilegal apto a autorizar a via excepcional; especificamente, não houve violação do art. 478 do CPP porque a referência feita não está no rol taxativo de decisões vedadas nem se comprovou argumento de autoridade; a pronúncia não se apoiou exclusivamente em elementos inquisitoriais tendo em vista confirmação por testemunhas em juízo, e o veredicto do Júri contou com filigranas probatórias mínimas, de modo que eventual reexame do conjunto probatório dependeria de recurso próprio e não do writ.
- Parties
- Paciente: FABRÍCIO TAVARES DOS SANTOS; Corréu: EMERSON; Corréu: JOSÉ AUGUSTO; Apelante: Ministério Público; Representante: Defensoria Pública
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 August 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Decisão Monocrática: Não Conheço Do Habeas Corpus
- Outcome
- não conheço do presente habeas corpus
- Legal Topics
- Tribunal Do Júri, Pronúncia, Nulidade Por Argumento De Autoridade, Art. 155 Do CPP, Art. 478 Do CPP, Dosimetria Da Pena, Soberania Dos Veredictos
Case Brief
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Parties
FABRÍCIO TAVARES DOS SANTOS
Paciente
EMERSON
Corréu
JOSÉ AUGUSTO
Corréu
Ministério Público
Apelante
Defensoria Pública
Representante
Procedural Posture
Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Decisão Monocrática: Não Conheço Do Habeas Corpus
Legal Issues
- 1 Alegada nulidade do julgamento por uso de argumento de autoridade (art. 478 CPP)
- 2 Alegada pronúncia fundamentada exclusivamente em elementos informativos colhidos na investigação (art. 155 CPP)
- 3 Alegação de decisão dos jurados manifestamente contrária à prova dos autos (art. 593, III, alínea 'd', CPP)
Ratio Decidendi
Não conheço do habeas corpus porque as alegações reproduzem matérias já enfrentadas ou próprias de recurso especial/apelação, não demonstram ilegalidade manifesta nem constrangimento ilegal apto a autorizar a via excepcional; especificamente, não houve violação do art. 478 do CPP porque a referência feita não está no rol taxativo de decisões vedadas nem se comprovou argumento de autoridade; a pronúncia não se apoiou exclusivamente em elementos inquisitoriais tendo em vista confirmação por testemunhas em juízo, e o veredicto do Júri contou com filigranas probatórias mínimas, de modo que eventual reexame do conjunto probatório dependeria de recurso próprio e não do writ.
Court Disposition
não conheço do presente habeas corpus
Orders
- Intimem-se.
Full Case Text
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