HC 1083413 - DECISAO
Não se verificou ilegalidade flagrante ou teratologia que justificasse concessão de habeas corpus de ofício; a custódia determinada em plenário pelo Juiz Presidente do Tribunal do Júri tem natureza de execução provisória da pena, amparada no art. 492, I, "e" do CPP e na tese do STF no Tema 1068, sendo compatível com fundamentação baseada na gravidade concreta da conduta e periculosidade dos agentes; matérias não enfrentadas pelo Tribunal de origem (contemporaneidade, condições pessoais, nulidade do júri, condição de saúde) não foram apreciadas nesta Corte para evitar supressão de instância, de modo que o habeas corpus não foi conhecido.
- Parties
- Paciente: WILILAYO ALEIXO PEREIRA; Órgão Julgador: Tribunal de Justiça do Estado do Pará; Parte Fiscal: Ministério Público do Estado do Pará
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 April 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Impetração No Superior Tribunal De Justiça Contra Acórdão Do Tribunal De Justiça Do Estado Do Pará; Pedido Liminar Formulado E Analisado
- Outcome
- Não conheço do habeas corpus
- Legal Topics
- Tribunal Do Júri, Execução Provisória Da Pena, Prisão Preventiva, Soberania Dos Veredictos, Habeas Corpus, Requisitos Do Art. 312 Do CPP
Case Brief
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Parties
WILILAYO ALEIXO PEREIRA
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado do Pará
Órgão Julgador
Ministério Público do Estado do Pará
Parte Fiscal
Procedural Posture
Habeas Corpus / Impetração No Superior Tribunal De Justiça Contra Acórdão Do Tribunal De Justiça Do Estado Do Pará; Pedido Liminar Formulado E Analisado
Legal Issues
- 1 legalidade da custódia determinada em sentença proferida pelo Tribunal do Júri
- 2 aplicabilidade dos requisitos da prisão preventiva (art. 312 do CPP) à execução provisória da condenação
- 3 possibilidade de revogação da custódia ou sua substituição por medidas cautelares diversas
Ratio Decidendi
Não se verificou ilegalidade flagrante ou teratologia que justificasse concessão de habeas corpus de ofício; a custódia determinada em plenário pelo Juiz Presidente do Tribunal do Júri tem natureza de execução provisória da pena, amparada no art. 492, I, "e" do CPP e na tese do STF no Tema 1068, sendo compatível com fundamentação baseada na gravidade concreta da conduta e periculosidade dos agentes; matérias não enfrentadas pelo Tribunal de origem (contemporaneidade, condições pessoais, nulidade do júri, condição de saúde) não foram apreciadas nesta Corte para evitar supressão de instância, de modo que o habeas corpus não foi conhecido.
Court Disposition
Não conheço do habeas corpus
Orders
- Publique-se
- Intimem-se
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