AREsp 2554528 - DECISAO

AREsp 2554528 - DECISAO

O acórdão recorrente analisou a pretensão de tutela recursal e concluiu, em exame sumário, que não foram demonstrados os requisitos da tutela de urgência, sobretudo a probabilidade do direito, pois a agravante não comprovou que o imóvel penhorado é seu único bem nem que serve de moradia; cabia à agravante a produção de prova (certidões negativas) e as provas trazidas (declarações de IR e documentos) eram contraditórias e insuficientes. Reconheceu-se, ainda, que a alteração da conclusão demandaria reexame do conjunto fático-probatório, providência vedada pela Súmula n. 7 do STJ. Assim, não houve violação ao art. 1.022 do CPC/2015 e o agravo foi desprovido.

Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
19 March 2024
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos / Decisão Sobre Agravo Contra Inadmissão De Recurso Especial / Apreciação De Tutela Recursal
Outcome
Nego provimento ao agravo.
Legal Topics
Tutela De Urgência, Impenhorabilidade / Bem De Família, Admissibilidade De Recurso Especial, Súmula 7 Do STJ, Embargos De Declaração, Ônus Da Prova

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Authorities cited 7 Party arguments 2
Sign in to unlock

Procedural Posture

Agravo Nos Próprios Autos / Decisão Sobre Agravo Contra Inadmissão De Recurso Especial / Apreciação De Tutela Recursal

  1. 1 Se estavam presentes os requisitos para concessão de tutela recursal (probabilidade do direito e perigo de dano)
  2. 2 Se o bem penhorado é o único imóvel da agravante e, portanto, impenhorável nos termos da Lei n. 8.009/1990
  3. 3 Se houve omissão ou contradição no acórdão objeto de embargos de declaração (art. 1.022 do CPC/2015)

Ratio Decidendi

O acórdão recorrente analisou a pretensão de tutela recursal e concluiu, em exame sumário, que não foram demonstrados os requisitos da tutela de urgência, sobretudo a probabilidade do direito, pois a agravante não comprovou que o imóvel penhorado é seu único bem nem que serve de moradia; cabia à agravante a produção de prova (certidões negativas) e as provas trazidas (declarações de IR e documentos) eram contraditórias e insuficientes. Reconheceu-se, ainda, que a alteração da conclusão demandaria reexame do conjunto fático-probatório, providência vedada pela Súmula n. 7 do STJ. Assim, não houve violação ao art. 1.022 do CPC/2015 e o agravo foi desprovido.

Court Disposition

Nego provimento ao agravo.

Orders

  • Publique-se e intimem-se.