AREsp 1794510 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque os agravantes não demonstraram a excepcionalidade necessária para atribuição de efeito suspensivo (ausência de fumus boni iuris), o pedido relativo a matéria constitucional não poderia ser conhecido por violar competência do STF, o acórdão recorrido estava suficientemente fundamentado (não havia omissão a ser sanada), o reexame do conjunto fático-probatório seria exigido para acolher a tese recursal (vedado por Súmula 7 do STJ) e não houve cotejo analítico capaz de comprovar divergência jurisprudencial nos termos exigidos, além da incidência da Súmula 126 quando se verifica fundamento constitucional não impugnado por recurso extraordinário.
- Parties
- Agravante: MARIA RODRIGUES; Agravante: ABIGAIL RODRIGUES DE ARRUDA; Agravante: SÔNIA REGINA DE ARRUDA LEME; Agravante: JOÃO LEÔNIDAS LEME; Agravante: JOÃO SÉRGIO PRESTES; Agravante: EUNICE MONTEIRO PRESTES
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 19 May 2021
- Procedural Posture
- Agravo / Decisão (agravo Conhecido E Negado Provimento)
- Outcome
- Agravo negado provimento
- Legal Topics
- Usucapião, Recurso Especial, Efeito Suspensivo, Embargos De Declaração, Prequestionamento, Súmula 7/stj, Súmula 126/stj, Divergência Jurisprudencial
Case Brief
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Parties
MARIA RODRIGUES
Agravante
ABIGAIL RODRIGUES DE ARRUDA
Agravante
SÔNIA REGINA DE ARRUDA LEME
Agravante
JOÃO LEÔNIDAS LEME
Agravante
JOÃO SÉRGIO PRESTES
Agravante
EUNICE MONTEIRO PRESTES
Agravante
Procedural Posture
Agravo / Decisão (agravo Conhecido E Negado Provimento)
Legal Issues
- 1 Admissibilidade do recurso especial
- 2 Concessão de efeito suspensivo ao recurso especial
- 3 Alegada omissão/ausência de fundamentação no acórdão recorrido
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque os agravantes não demonstraram a excepcionalidade necessária para atribuição de efeito suspensivo (ausência de fumus boni iuris), o pedido relativo a matéria constitucional não poderia ser conhecido por violar competência do STF, o acórdão recorrido estava suficientemente fundamentado (não havia omissão a ser sanada), o reexame do conjunto fático-probatório seria exigido para acolher a tese recursal (vedado por Súmula 7 do STJ) e não houve cotejo analítico capaz de comprovar divergência jurisprudencial nos termos exigidos, além da incidência da Súmula 126 quando se verifica fundamento constitucional não impugnado por recurso extraordinário.
Court Disposition
Agravo negado provimento
Orders
- Nego provimento ao agravo
- Deixo de majorar os honorários arbitrados em favor da parte recorrida, observados os limites dos §§ 2º e 3º do art. 85 do CPC/2015
Full Case Text
Judgment text and source record
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