AREsp 2607318 - DECISAO
O Tribunal de origem concluiu, com base no contexto fático-probatório, que a agravante administrava os valores da autora idosa e, portanto, devia prestar contas. Modificar esse entendimento exigiria reexame de fatos e provas, providência impedida pela Súmula 7 do STJ; por isso, o agravo foi negado provimento.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 25 April 2025
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos / Decisão Que Nega Provimento Ao Agravo
- Outcome
- NEGO PROVIMENTO ao agravo.
- Legal Topics
- Ação De Exigir Contas, Conta Conjunta, Súmula 7/stj, Ônus Da Prova (art. 373, I, Cpc/2015), Recurso Especial Inadmitido, Honorários Advocatícios
Case Brief
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Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos / Decisão Que Nega Provimento Ao Agravo
Legal Issues
- 1 incidência da Súmula 7 do STJ como óbice ao reexame do conjunto fático-probatório
- 2 obrigação de prestar contas em caso de administração de valores de terceiro (art. 668 CC)
- 3 controvérsia sobre titularidade de valores em conta conjunta
Ratio Decidendi
O Tribunal de origem concluiu, com base no contexto fático-probatório, que a agravante administrava os valores da autora idosa e, portanto, devia prestar contas. Modificar esse entendimento exigiria reexame de fatos e provas, providência impedida pela Súmula 7 do STJ; por isso, o agravo foi negado provimento.
Court Disposition
NEGO PROVIMENTO ao agravo.
Orders
- MAJORO os honorários advocatícios em 20% do valor arbitrado, observando-se os limites dos §§ 2º e 3º do art. 85 do CPC/2015
- Publique-se e intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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