AREsp 1850512 - DECISAO
Conheceu-se do agravo para conhecer em parte do recurso especial e deu-se provimento apenas para reconhecer o gozo do benefício da assistência judiciária gratuita, por entender-se que o pedido foi formulado em várias instâncias e permaneceu sem manifestação, aplicando-se o entendimento da Corte Especial sobre deferimento tácito; quanto às alegações sobre gratificações e ao conteúdo do título executivo, o exame demandaria revolvimento fático-probatório e reinterpretação do título, óbice imposto pela Súmula 7 do STJ; manteve-se, ademais, o entendimento sobre a aplicabilidade do IPCA-E para correção monetária conforme precedentes do STF.
- Parties
- Agravantes: MARIA INACIA NAZARETE DOS SANTOS COSTA e outros; Agravada: União Federal; Autor Na Origem: José Valdevino dos Santos
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 December 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão (conhecimento Em Parte Do Recurso Especial E Provimento Para Reconhecer Assistência Judiciária Gratuita)
- Legal Topics
- Ação Rescisória, Proventos De Aposentadoria/pensão, Gratificações (gdait, GDIT, Gdapec), Correção Monetária (ipca E Vs Tr), Assistência Judiciária Gratuita, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
MARIA INACIA NAZARETE DOS SANTOS COSTA e outros
Agravantes
União Federal
Agravada
José Valdevino dos Santos
Autor Na Origem
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão (conhecimento Em Parte Do Recurso Especial E Provimento Para Reconhecer Assistência Judiciária Gratuita)
Legal Issues
- 1 competência para reexame de título executivo judicial diante da Súmula 7/STJ
- 2 direito ao recebimento das gratificações GDAIT e GDIT por servidor que ocupava cargo de agente de portaria
- 3 aplicabilidade do IPCA-E como índice de atualização monetária
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo para conhecer em parte do recurso especial e deu-se provimento apenas para reconhecer o gozo do benefício da assistência judiciária gratuita, por entender-se que o pedido foi formulado em várias instâncias e permaneceu sem manifestação, aplicando-se o entendimento da Corte Especial sobre deferimento tácito; quanto às alegações sobre gratificações e ao conteúdo do título executivo, o exame demandaria revolvimento fático-probatório e reinterpretação do título, óbice imposto pela Súmula 7 do STJ; manteve-se, ademais, o entendimento sobre a aplicabilidade do IPCA-E para correção monetária conforme precedentes do STF.
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