AREsp 2700440 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque o Tribunal de origem enfrentou de forma fundamentada as questões apontadas, admitindo a utilização de prova emprestada para reconhecer o direito ao adicional de insalubridade; qualquer alteração dessa conclusão exigiria reexame do conjunto fático-probatório, hipótese vedada pela Súmula n. 7 do STJ.
- Parties
- Agravante: MUNICÍPIO DE MURIAÉ; Agravada: servidora pública municipal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 18 March 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Decisão Colegiada (sessão Virtual)
- Outcome
- Agravo interno desprovido
- Legal Topics
- Adicional De Insalubridade, Prova Emprestada, Súmula 7 Do STJ, Omissão (art. 1.022 Do Cpc), Incursão No Conjunto Fático Probatório
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
MUNICÍPIO DE MURIAÉ
Agravante
servidora pública municipal
Agravada
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Decisão Colegiada (sessão Virtual)
Legal Issues
- 1 alegação de violação dos arts. 489 e 1.022 do CPC
- 2 possibilidade de utilização de prova emprestada para comprovação do adicional de insalubridade
- 3 incidência da Súmula n. 7 do STJ que veda reexame do conjunto fático-probatório
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque o Tribunal de origem enfrentou de forma fundamentada as questões apontadas, admitindo a utilização de prova emprestada para reconhecer o direito ao adicional de insalubridade; qualquer alteração dessa conclusão exigiria reexame do conjunto fático-probatório, hipótese vedada pela Súmula n. 7 do STJ.
Court Disposition
Agravo interno desprovido
Orders
- Negado provimento ao agravo interno
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment