AREsp 2738071 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e não se conheceu do Recurso Especial porque: (i) a alegação de ofensa ao art. 1.022 do CPC foi genérica, atraindo o óbice da Súmula 284/STF; (ii) não houve prequestionamento da tese de culpa exclusiva de terceiros pela Corte a quo; (iii) o acórdão recorrido fundamentou-se em cláusula contratual que impõe responsabilidade da contratada pela execução integral do contrato, de modo que a subcontratação não afasta a solidariedade; e (iv) a pretensão recursal exigiria revolvimento de matéria fático-probatória e reexame de cláusulas contratuais, impedidos pelas Súmulas 5 e 7 do STJ; ademais, não foi comprovado dissídio jurisprudencial por meio de cotejo analítico.
- Parties
- Agravante: INSTITUTO BRASILEIRO DE APOIO A MODERNIZACAO ADMINISTRATIVA; Ré: GADE; Ré: INTEGRA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 January 2025
- Procedural Posture
- Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Decisão De Conhecimento Sobre Recurso Especial (agravo)
- Outcome
- Conheço do Agravo para não conhecer do Recurso Especial
- Legal Topics
- Admissibilidade De Recurso Especial, Prequestionamento, Responsabilidade Por Subcontratação, Culpa Exclusiva De Terceiros, Súmulas De Admissibilidade (súmula 284 Stf), Vedação Ao Reexame De Matéria Fático Probatória (súmulas 5 E 7 Do Stj), Dissídio Jurisprudencial E Cotejo Analítico
Case Brief
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Parties
INSTITUTO BRASILEIRO DE APOIO A MODERNIZACAO ADMINISTRATIVA
Agravante
GADE
Ré
INTEGRA
Ré
Procedural Posture
Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Decisão De Conhecimento Sobre Recurso Especial (agravo)
Legal Issues
- 1 ofensa ao art. 1.022 do CPC (alegação genérica de omissão/deficiência na fundamentação)
- 2 dissídio jurisprudencial alegado (arts. 247 e 248 do Código Civil)
- 3 ausência de prequestionamento da tese de culpa exclusiva de terceiros
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e não se conheceu do Recurso Especial porque: (i) a alegação de ofensa ao art. 1.022 do CPC foi genérica, atraindo o óbice da Súmula 284/STF; (ii) não houve prequestionamento da tese de culpa exclusiva de terceiros pela Corte a quo; (iii) o acórdão recorrido fundamentou-se em cláusula contratual que impõe responsabilidade da contratada pela execução integral do contrato, de modo que a subcontratação não afasta a solidariedade; e (iv) a pretensão recursal exigiria revolvimento de matéria fático-probatória e reexame de cláusulas contratuais, impedidos pelas Súmulas 5 e 7 do STJ; ademais, não foi comprovado dissídio jurisprudencial por meio de cotejo analítico.
Court Disposition
Conheço do Agravo para não conhecer do Recurso Especial
Orders
- Conheço do Agravo
- Não conheço do Recurso Especial
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