AREsp 2581832 - DECISAO
O agravo não é conhecido por violação ao princípio da dialeticidade, uma vez que a agravante se limitou a alegações genéricas de que a matéria seria de direito e que não seria necessário o reexame de provas, sem impugnar especificamente os fundamentos da decisão de inadmissão (incidência da Súmula 7/STJ); assim, com fundamento no art. 932, III, do CPC/2015 e na aplicação por analogia da Súmula 182/STJ, o agravo em recurso especial não é conhecido.
- Parties
- Agravante: PEDREIRA SANTIAGO LTDA.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 May 2024
- Procedural Posture
- Agravo (art. 1.042, Do Cpc/15) / Não Conhecimento Do Agravo Em Recurso Especial
- Outcome
- não conheço do agravo em recurso especial
- Legal Topics
- Admissibilidade De Recurso, Súmula 7/stj, Súmula 182/stj, Princípio Da Dialeticidade, Reexame De Provas, Responsabilidade Civil (culpa Exclusiva Da Vítima)
Case Brief
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Parties
PEDREIRA SANTIAGO LTDA.
Agravante
Procedural Posture
Agravo (art. 1.042, Do Cpc/15) / Não Conhecimento Do Agravo Em Recurso Especial
Legal Issues
- 1 violação ao princípio da dialeticidade por ausência de impugnação específica
- 2 incidência da Súmula 7/STJ em razão da necessidade de reexame de provas
- 3 aplicação por analogia da Súmula 182/STJ e do art. 932, III, do CPC/2015
Ratio Decidendi
O agravo não é conhecido por violação ao princípio da dialeticidade, uma vez que a agravante se limitou a alegações genéricas de que a matéria seria de direito e que não seria necessário o reexame de provas, sem impugnar especificamente os fundamentos da decisão de inadmissão (incidência da Súmula 7/STJ); assim, com fundamento no art. 932, III, do CPC/2015 e na aplicação por analogia da Súmula 182/STJ, o agravo em recurso especial não é conhecido.
Court Disposition
não conheço do agravo em recurso especial
Orders
- Não conhecer do agravo em recurso especial com fundamento no art. 932, III, do CPC/2015 e na aplicação por analogia da Súmula 182/STJ.
- Deixo de majorar os honorários sucumbenciais fixados no percentual máximo estabelecido no § 2º do art. 85 do CPC/2015.
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