AREsp 2509485 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e do recurso especial na parte impugnada, mas negou-se provimento ao Recurso Especial porque a pretensão recursal demandaria o reexame de questões fático-probatórias (materialidade, dolo, dosimetria de sanções), vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ; manteve-se, ainda, a conclusão de que os embargos de declaração opostos tinham caráter protelatório, justificando a imposição/manutenção da multa prevista no art. 1.026, §2º do CPC/2015, e entendeu-se que questões de ilegitimidade passiva e prescrição já estavam preclusas ou foram tratadas oportunamente pela instância de origem.
- Parties
- Réu: Sílvio Luis Afonso; Interveniente (manifestação): Ministério Público Federal; Interveniente (referido No Recurso): Ministério Público Estadual
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 June 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- Conheço do Agravo em Recurso Especial para conhecer parcialmente do Recurso Especial e, nesta extensão, negar-lhe provimento.
- Legal Topics
- Admissibilidade De Recurso, Embargos De Declaração, Multa Por Ato Protelatório (art. 1.026, §2º Cpc/2015), Preclusão, Prescrição, Ilegitimidade Passiva, Reexame De Matéria Fático Probatória (súmula 7/stj), Incidência Da Lei 14.230/2021, Lei 8.429/1992
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
Sílvio Luis Afonso
Réu
Ministério Público Federal
Interveniente (manifestação)
Ministério Público Estadual
Interveniente (referido No Recurso)
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 admissibilidade do Recurso Especial
- 2 caráter protelatório dos embargos de declaração e aplicação da multa prevista no art. 1.026, §2º do CPC/2015
- 3 preclusão quanto a questões de ilegitimidade passiva e prescrição
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e do recurso especial na parte impugnada, mas negou-se provimento ao Recurso Especial porque a pretensão recursal demandaria o reexame de questões fático-probatórias (materialidade, dolo, dosimetria de sanções), vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ; manteve-se, ainda, a conclusão de que os embargos de declaração opostos tinham caráter protelatório, justificando a imposição/manutenção da multa prevista no art. 1.026, §2º do CPC/2015, e entendeu-se que questões de ilegitimidade passiva e prescrição já estavam preclusas ou foram tratadas oportunamente pela instância de origem.
Court Disposition
Conheço do Agravo em Recurso Especial para conhecer parcialmente do Recurso Especial e, nesta extensão, negar-lhe provimento.
Orders
- Rejeitado o pedido de tutela antecipada recursal.
- Mantida a aplicação da multa prevista no art. 1.026, §2º, do CPC/2015 por caráter protelatório dos embargos de declaração.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment