AREsp 1497766 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque o recurso especial não cumpriu o ônus de fundamentação vinculada (não indicou dispositivo legal violado nem aresto paradigma, sujeitando-se à Súmula 284/STF por analogia); o Tribunal de origem corretamente aplicou o prazo prescricional decenal (art.205 CC/2002) e fixou o termo inicial na data em que a autora teve ciência inequívoca do dano (7/12/2012), conclusão fundada em prova dos autos que não pode ser reexaminada em recurso especial (Súmula 7/STJ); ademais, o acórdão recorrido firmou-se em fundamentos suficientes sobre a existência do dever de indenizar (publicidade enganosa) e a quantificação do dano com base no laudo pericial (20%), os...
- Parties
- Agravante: VECON CONSTRUTORA E INCORPORADORA LTDA; Agravado: ROMELITA MILAGRES TOKARSKI
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 August 2021
- Procedural Posture
- Ag Int No Agravo Em Recurso Especial Nº 1.497.766 DF / Agravo Interno (agravo Nos Próprios Autos); Julgamento Colegiado Pela Quarta Turma
- Legal Topics
- Admissibilidade De Recurso Especial, Fundamentação Vinculada, Julgamento Extra Petita, Prescrição (prazo Prescricional), Termo Inicial Da Prescrição (ciência Do Dano), Responsabilidade Civil Contratual, Publicidade Enganosa, Prova Pericial, Quantificação Do Dano
Case Brief
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Parties
VECON CONSTRUTORA E INCORPORADORA LTDA
Agravante
ROMELITA MILAGRES TOKARSKI
Agravado
Procedural Posture
Ag Int No Agravo Em Recurso Especial Nº 1.497.766 DF / Agravo Interno (agravo Nos Próprios Autos); Julgamento Colegiado Pela Quarta Turma
Legal Issues
- 1 Admissibilidade do recurso especial e obrigação de indicação do dispositivo legal e aresto paradigma
- 2 Alegação de julgamento extra petita e ausência de prequestionamento
- 3 Aplicação do prazo prescricional decenal (art.205 CC/2002) em responsabilidade contratual
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque o recurso especial não cumpriu o ônus de fundamentação vinculada (não indicou dispositivo legal violado nem aresto paradigma, sujeitando-se à Súmula 284/STF por analogia); o Tribunal de origem corretamente aplicou o prazo prescricional decenal (art.205 CC/2002) e fixou o termo inicial na data em que a autora teve ciência inequívoca do dano (7/12/2012), conclusão fundada em prova dos autos que não pode ser reexaminada em recurso especial (Súmula 7/STJ); ademais, o acórdão recorrido firmou-se em fundamentos suficientes sobre a existência do dever de indenizar (publicidade enganosa) e a quantificação do dano com base no laudo pericial (20%), os...
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