AREsp 2499862 - DECISAO
O agravo não merece provimento porque a alegação de negativa de prestação jurisdicional foi genérica e insuficiente (Súmula 284/STF), não havendo demonstração das violações legais suscitadas; além disso, a alteração do entendimento do Tribunal de origem quanto à anterioridade do registro da marca e ao risco de confusão exigiria reexame de matéria fático-probatória, vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ; por fim, a alegação de fato novo relativa a registro posterior no INPI não foi prequestionada, o que impede seu conhecimento; assim, conhece-se do agravo para não conhecer do recurso especial, com amparo no art. 932 do CPC/15 c/c Súmula 568/STJ.
- Parties
- Agravante/recorrente: FORTEZZA ASSESSORIA FINANCEIRA LTDA.; Agravada/recorrida: Fortezza Corretora de Seguros Ltda.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 June 2024
- Procedural Posture
- Agravo (art. 1042 Do Cpc/15) / Juízo De Admissibilidade De Recurso Especial
- Outcome
- Conhece-se do agravo para não conhecer do recurso especial.
- Legal Topics
- Admissibilidade De Recurso Especial, Negativa De Prestação Jurisdicional, Prequestionamento, Súmula 7/stj, Súmula 284/stf, Conflito De Marcas, Anterioridade De Registro De Marca, Honorários Sucumbenciais
Case Brief
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Parties
FORTEZZA ASSESSORIA FINANCEIRA LTDA.
Agravante/recorrente
Fortezza Corretora de Seguros Ltda.
Agravada/recorrida
Procedural Posture
Agravo (art. 1042 Do Cpc/15) / Juízo De Admissibilidade De Recurso Especial
Legal Issues
- 1 se houve negativa de prestação jurisdicional por omissão do acórdão recorrido
- 2 se foram violados os arts. 489 e 1.022 do CPC/15
- 3 se poderia conviver a marca "Fortezza partners" com a marca "Fortezza corretora de seguros" sem risco de confusão
Ratio Decidendi
O agravo não merece provimento porque a alegação de negativa de prestação jurisdicional foi genérica e insuficiente (Súmula 284/STF), não havendo demonstração das violações legais suscitadas; além disso, a alteração do entendimento do Tribunal de origem quanto à anterioridade do registro da marca e ao risco de confusão exigiria reexame de matéria fático-probatória, vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ; por fim, a alegação de fato novo relativa a registro posterior no INPI não foi prequestionada, o que impede seu conhecimento; assim, conhece-se do agravo para não conhecer do recurso especial, com amparo no art. 932 do CPC/15 c/c Súmula 568/STJ.
Court Disposition
Conhece-se do agravo para não conhecer do recurso especial.
Orders
- Conhece-se do agravo para não conhecer do recurso especial.
- Deixo de majorar os honorários sucumbenciais fixados no percentual máximo do §2º do art. 85 do CPC/15.
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