AREsp 2572477 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque a decisão agravada estava em consonância com a jurisprudência do STJ de que a declaração de ilegalidade da TAC, firmada no REsp repetitivo 1.251.331/RS, foi restrita às pessoas físicas, e que a cobrança de TAC em face de pessoa jurídica é admissível quando contratada ou autorizada; além disso, o agravo não demonstrou impugnação específica dos fundamentos de admissibilidade, nos termos da Súmula 182/STJ.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 June 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno Em Recurso Especial / Julgamento De Agravo Interno Após Juízo De Admissibilidade
- Outcome
- Nego provimento ao recurso.
- Legal Topics
- Admissibilidade De Recurso Especial, Tarifa De Abertura De Crédito (tac), Pessoa Jurídica Como Consumidor, Recursos Repetitivos (resp 1.251.331/rs)
Case Brief
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Procedural Posture
Agravo Interno Em Recurso Especial / Julgamento De Agravo Interno Após Juízo De Admissibilidade
Legal Issues
- 1 impugnação específica dos fundamentos de admissibilidade (Súmula 182/STJ)
- 2 aplicabilidade do art. 2º do CDC a pessoa jurídica
- 3 legalidade da cobrança da TAC em contratos com pessoa jurídica
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque a decisão agravada estava em consonância com a jurisprudência do STJ de que a declaração de ilegalidade da TAC, firmada no REsp repetitivo 1.251.331/RS, foi restrita às pessoas físicas, e que a cobrança de TAC em face de pessoa jurídica é admissível quando contratada ou autorizada; além disso, o agravo não demonstrou impugnação específica dos fundamentos de admissibilidade, nos termos da Súmula 182/STJ.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso.
Orders
- Nego provimento ao recurso.
- Majorou-se em 10% a quantia já arbitrada a título de honorários em favor da parte agravada, nos termos do art. 85, §11, do CPC/15, observados os limites dos §§ 2º e 3º do mesmo artigo.
Full Case Text
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