AREsp 2630549 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque a ação revisional trata de quantia ilíquida, não sendo cabível a suspensão do processo nos termos do art. 18 da Lei n. 6.024/1974; o pedido de justiça gratuita nesta fase não produziria efeitos retroativos; e houve ausência de prequestionamento sobre matérias relativas aos arts....
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- Parties
- Agravante: Portocred
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 11 June 2024
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos / Decisão De Inadmissão De Recurso Especial
- Legal Topics
- Admissibilidade Do Recurso Especial, Suspensão Do Processo (art. 18 Lei N. 6.024/1974), Gratuidade De Justiça, Prequestionamento, Art. 489, §1º, VI Do Cpc/2015, Art. 927, III Do Cpc/2015, Abusividade De Juros, Ação Revisional De Contrato, Uso Da Taxa Média Do BACEN Como Parâmetro
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Parties
Portocred
Agravante
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos / Decisão De Inadmissão De Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Admissibilidade do recurso especial
- 2 Incidência do art. 18 da Lei n. 6.024/1974 sobre suspensão do processo
- 3 Concessão de gratuidade de justiça e seus efeitos
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque a ação revisional trata de quantia ilíquida, não sendo cabível a suspensão do processo nos termos do art. 18 da Lei n. 6.024/1974; o pedido de justiça gratuita nesta fase não produziria efeitos retroativos; e houve ausência de prequestionamento sobre matérias relativas aos arts. 489, §1º, VI, e 927, III, do CPC/2015, bem como falta de embargos de declaração, o que impede o conhecimento das alegadas afrontas. Além disso, o Tribunal de origem apreciou as peculiaridades do contrato de consignação (baixa risco de inadimplência) e concluiu pela abusividade da taxa de 60,81% ao ano, autorizando sua limitação à taxa média divulgada pelo BACEN, em conformidade...
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