AREsp 2666976 - ACORDAO
Conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial porque: (i) a alegada incompetência da Câmara de Direito Público depende de interpretação de normas estaduais de organização judiciária, matéria vedada em recurso especial por analogia à Súmula 280 do STF; (ii) a pretensão de reconhecimento de cerceamento de defesa exigiria reexame do acervo probatório, vedado pela Súmula 7 do STJ; e (iii) as questões relativas à prescrição e à usucapião não foram enfrentadas pelo tribunal de origem, faltando prequestionamento, nos termos da Súmula 211 do STJ.
- Parties
- Autor E Apelante: BANCO DO BRASIL S.A.; Réu, Reconvinte E Agravante: ELIAS CIDRAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 October 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado (terceira Turma) Agravo Conhecido Para Não Conhecer Do Recurso Especial
- Legal Topics
- Agravo Em Recurso Especial, Recurso Especial, Ação Reivindicatória, Reconvenção, Rescisão Contratual, Adjudicação Compulsória, Contrato De Promessa De Compra E Venda De Imóvel, Competência Interna Do Tribunal, Cerceamento De Defesa, Prova Pericial, Prescrição, Prequestionamento, Súmula 7 Do STJ, Súmula 211 Do STJ, Súmula 280 Do STF
Case Brief
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Parties
BANCO DO BRASIL S.A.
Autor E Apelante
ELIAS CIDRAL
Réu, Reconvinte E Agravante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado (terceira Turma) Agravo Conhecido Para Não Conhecer Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Alegada incompetência da Câmara de Direito Público do tribunal de origem (interpretação de normas de organização judiciária local)
- 2 Alegado cerceamento de defesa por julgamento antecipado sem perícia contábil
- 3 Prequestionamento insuficiente de dispositivos legais invocados (incidência da Súmula 211 do STJ)
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial porque: (i) a alegada incompetência da Câmara de Direito Público depende de interpretação de normas estaduais de organização judiciária, matéria vedada em recurso especial por analogia à Súmula 280 do STF; (ii) a pretensão de reconhecimento de cerceamento de defesa exigiria reexame do acervo probatório, vedado pela Súmula 7 do STJ; e (iii) as questões relativas à prescrição e à usucapião não foram enfrentadas pelo tribunal de origem, faltando prequestionamento, nos termos da Súmula 211 do STJ.
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