AREsp 1832462 - DECISAO

AREsp 1832462 - DECISAO

O Ministro Presidente conheceu do agravo interno, mas entendeu que o recurso especial não poderia ser conhecido em razão de defeitos recursais: não indicação do permissivo constitucional autorizador (art. 1.029, II, CPC) e ausência de demonstração adequada de dissídio jurisprudencial (somente transcrição de ementas), aplicando-se a Súmula n. 284 do STF e jurisprudência do STJ; posteriormente, em juízo de retratação, a decisão anterior foi tornada sem efeito e determinou-se a remessa ao Ministério Público Federal para manifestação sobre o mérito do recurso especial.

Parties
Agravante/recorrente: DAYSE APARECIDA THOMAZ DE OLIVEIRA MARCELINO
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
09 September 2021
Procedural Posture
Agravo Interno Em Recurso Especial / Decisão De Juízo De Retratação; Reconsideração Da Decisão Que Não Conheceu Do Recurso Especial; Remessa Ao Ministério Público Federal Para Manifestação Sobre O Mérito
Outcome
Reconsiderada a decisão de fls. 505/508, tornando-a sem efeito; determinado o envio dos autos ao Ministério Público Federal para manifestação sobre o mérito do recurso especial.
Legal Topics
Agravo Interno, Recurso Especial, Licença Sem Vencimentos, Interpretação Analógica, Dissídio Jurisprudencial, Prequestionamento

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Parties

DAYSE APARECIDA THOMAZ DE OLIVEIRA MARCELINO

Agravante/recorrente

Procedural Posture

Agravo Interno Em Recurso Especial / Decisão De Juízo De Retratação; Reconsideração Da Decisão Que Não Conheceu Do Recurso Especial; Remessa Ao Ministério Público Federal Para Manifestação Sobre O Mérito

  1. 1 Nulidade do acórdão por negativa de prestação jurisdicional (alegação de prequestionamento ficto com menção aos arts. 1.022 e 1.025 do CPC)
  2. 2 Possibilidade de analogia da Lei n. 8.112/90 (art. 84, caput e §1º) para concessão de licença sem vencimentos para acompanhamento de cônjuge
  3. 3 Exigência de indicação do permissivo constitucional no recurso especial (art. 1.029, II, CPC) e aplicação da Súmula n. 284 do STF

Ratio Decidendi

O Ministro Presidente conheceu do agravo interno, mas entendeu que o recurso especial não poderia ser conhecido em razão de defeitos recursais: não indicação do permissivo constitucional autorizador (art. 1.029, II, CPC) e ausência de demonstração adequada de dissídio jurisprudencial (somente transcrição de ementas), aplicando-se a Súmula n. 284 do STF e jurisprudência do STJ; posteriormente, em juízo de retratação, a decisão anterior foi tornada sem efeito e determinou-se a remessa ao Ministério Público Federal para manifestação sobre o mérito do recurso especial.

Court Disposition

Reconsiderada a decisão de fls. 505/508, tornando-a sem efeito; determinado o envio dos autos ao Ministério Público Federal para manifestação sobre o mérito do recurso especial.

Orders

  • Reconsidero a decisão de fls. 505/508, tornando-a sem efeito.
  • Remeta-se o feito ao Ministério Público Federal para manifestação em relação ao mérito do recurso especial.