AREsp 2395618 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque o Tribunal de origem manifestou-se de forma clara e suficiente sobre as questões suscitadas (ausência de ofensa aos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015), os embargos de declaração foram considerados protelatórios e sujeitaram o agravante à multa do art. 1.026, § 2º, do CPC/2015, e a manutenção da revogação da gratuidade da justiça decorreu da constatação de quantia relevante na conta do agravante e da condenação por litigância de má-fé, não sendo possível reexaminar tais fatos em recurso especial por força da Súmula n. 7/STJ.
- Parties
- Agravante: Augusto Perugini; Coautora Impugnada: Elizabeth Cristina Esperandio Perugini
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 11 April 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno Nos Embargos De Declaração No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Em Sessão Virtual Da Quarta Turma (02/04/2024 a 08/04/2024); Decisão Unânime De Negar Provimento
- Outcome
- Nego provimento ao agravo interno.
- Legal Topics
- Agravo Interno, Embargos De Declaração, Gratuidade Da Justiça, Litigância De Má Fé, Multa Por Embargos Protelatórios, Súmula 7/stj, Prequestionamento, Revogação Da Assistência Judiciária Gratuita
Case Brief
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Parties
Augusto Perugini
Agravante
Elizabeth Cristina Esperandio Perugini
Coautora Impugnada
Procedural Posture
Agravo Interno Nos Embargos De Declaração No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Em Sessão Virtual Da Quarta Turma (02/04/2024 a 08/04/2024); Decisão Unânime De Negar Provimento
Legal Issues
- 1 Alegada violação aos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015
- 2 Caracterização dos embargos de declaração como protelatórios e aplicação do art. 1.026, § 2º, do CPC/2015
- 3 Possibilidade de revogação da gratuidade da justiça em razão de litigância de má-fé e de existência de recursos na conta bancária
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque o Tribunal de origem manifestou-se de forma clara e suficiente sobre as questões suscitadas (ausência de ofensa aos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015), os embargos de declaração foram considerados protelatórios e sujeitaram o agravante à multa do art. 1.026, § 2º, do CPC/2015, e a manutenção da revogação da gratuidade da justiça decorreu da constatação de quantia relevante na conta do agravante e da condenação por litigância de má-fé, não sendo possível reexaminar tais fatos em recurso especial por força da Súmula n. 7/STJ.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo interno.
Orders
- Negado provimento ao agravo interno
- Mantida a multa prevista no art. 1.026, § 2º, do CPC/2015
Full Case Text
Judgment text and source record
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