REsp 2115580 - ACORDAO
O Tribunal negou provimento ao agravo interno por entender que o acórdão de origem apreciou de forma suficiente as questões relevantes (concluindo que o MPF atuou em nome próprio e que o município não foi substituído processualmente), que os dispositivos invocados no recurso não têm comando normativo apto a infirmar o aresto recorrido (incidindo por analogia a Súmula 284/STF), que a reforma demandaria reexame de matéria fático-probatória vedado pela Súmula 7/STJ e que não houve demonstração de dissídio jurisprudencial apto a conhecer o recurso; por fim, a multa do art. 1.021, §4º, CPC não foi imposta por não se configurar manifesta inadmissibilidade ou improcedência.
- Parties
- Agravante: Município de Touros/RN; Parte/interveniente: Ministério Público Federal; Ré (na Ação Civil Pública): União Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 17 October 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno Nos Embargos De Declaração No Recurso Especial / Julgamento De Agravo Interno (primeira Turma)
- Outcome
- Agravo Interno improvido
- Legal Topics
- Agravo Interno, Embargos De Declaração, Recurso Especial, Omissão De Acórdão, Deficiência De Fundamentação, Súmula 284/stf (por Analogia), Súmula 7/stj, Multa Recursal (art. 1.021, §4º Cpc), Dissídio Jurisprudencial Prejudicado
Case Brief
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Parties
Município de Touros/RN
Agravante
Ministério Público Federal
Parte/interveniente
União Federal
Ré (na Ação Civil Pública)
Procedural Posture
Agravo Interno Nos Embargos De Declaração No Recurso Especial / Julgamento De Agravo Interno (primeira Turma)
Legal Issues
- 1 Existência ou não de omissão no acórdão de origem quanto à legitimidade do município para executar título coletivo
- 2 Se os dispositivos apontados no recurso têm comando normativo suficiente para infirmar o acórdão recorrido
- 3 Preclusão do reexame de matéria fático-probatória em virtude da Súmula 7/STJ
Ratio Decidendi
O Tribunal negou provimento ao agravo interno por entender que o acórdão de origem apreciou de forma suficiente as questões relevantes (concluindo que o MPF atuou em nome próprio e que o município não foi substituído processualmente), que os dispositivos invocados no recurso não têm comando normativo apto a infirmar o aresto recorrido (incidindo por analogia a Súmula 284/STF), que a reforma demandaria reexame de matéria fático-probatória vedado pela Súmula 7/STJ e que não houve demonstração de dissídio jurisprudencial apto a conhecer o recurso; por fim, a multa do art. 1.021, §4º, CPC não foi imposta por não se configurar manifesta inadmissibilidade ou improcedência.
Court Disposition
Agravo Interno improvido
Orders
- Negar provimento ao Agravo Interno
- Não aplicar a multa prevista no art. 1.021, § 4º, do Código de Processo Civil de 2015
Full Case Text
Judgment text and source record
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