AREsp 2577615 - ACORDAO

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A decisão manteve que o acórdão recorrido está em conformidade com os Temas 444 e 630 do STJ e que, nos termos do art. 1.030, § 2º, do CPC/2015 e da jurisprudência desta Corte, o agravo interno é o recurso adequado para impugnar a aplicação de precedentes repetitivos, de modo que a interposição de agravo em recurso especial constitui erro grosseiro e a fungibilidade recursal é inaplicável; por isso, negou-se provimento ao agravo interno.

Parties
Agravante: MARIA PIA ESMERALDA MATARAZZO
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
11 December 2024
Procedural Posture
Agravo Interno / Decisão Colegiada (primeira Turma)
Outcome
negou provimento ao agravo interno
Legal Topics
Agravo Interno, Juízo De Prelibação, Recursos Repetitivos (tema 444, Tema 630, Tema 779), Súmula 7 Do STJ, Fungibilidade Recursal, Negativa De Prestação Jurisdicional, Admissibilidade De Recurso Especial, Redirecionamento Na Execução Fiscal, Prescrição Intercorrente

Case Brief

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Parties

MARIA PIA ESMERALDA MATARAZZO

Agravante

Procedural Posture

Agravo Interno / Decisão Colegiada (primeira Turma)

  1. 1 cabimento do agravo interno contra decisão que nega seguimento a recurso especial baseada em precedentes repetitivos
  2. 2 inaplicabilidade do princípio da fungibilidade recursal diante de erro grosseiro
  3. 3 vinculação da negativa de seguimento à tese repetitiva e à Súmula 7 do STJ

Ratio Decidendi

A decisão manteve que o acórdão recorrido está em conformidade com os Temas 444 e 630 do STJ e que, nos termos do art. 1.030, § 2º, do CPC/2015 e da jurisprudência desta Corte, o agravo interno é o recurso adequado para impugnar a aplicação de precedentes repetitivos, de modo que a interposição de agravo em recurso especial constitui erro grosseiro e a fungibilidade recursal é inaplicável; por isso, negou-se provimento ao agravo interno.

Court Disposition

negou provimento ao agravo interno

Orders

  • Negar provimento ao agravo interno interposto por MARIA PIA ESMERALDA MATARAZZO
  • Não aplicar a sanção prevista no art. 1.021, § 4º, do CPC/2015