AREsp 2936260 - ACORDAO
A agravação deve ser desprovida porque o agravante não impugnou especificamente todos os fundamentos que levaram o Tribunal de origem a inadmitir o recurso especial (notadamente o óbice da Súmula 7/STJ); em atenção ao princípio da dialeticidade recursal e ao art. 932, III, do CPC/2015, a falta dessa impugnação determina o não conhecimento do agravo e, por consequência, o desprovimento do agravo interno.
- Parties
- Agravante: ESTADO DO MARANHÃO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 September 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Pela Segunda Turma (decisão Colegiada)
- Outcome
- nego provimento ao agravo interno
- Legal Topics
- Agravo Interno, Agravo Em Recurso Especial, Impugnação Específica, Súmula 7/stj, Súmula 182/stj, Princípio Da Dialeticidade Recursal, Art. 932, III, Cpc/2015
Case Brief
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Parties
ESTADO DO MARANHÃO
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Pela Segunda Turma (decisão Colegiada)
Legal Issues
- 1 Dever de impugnar especificamente todos os fundamentos da decisão de inadmissibilidade do recurso especial
- 2 Aplicação do art. 932, III, do CPC/2015
- 3 Incidência por analogia da Súmula 182/STJ
Ratio Decidendi
A agravação deve ser desprovida porque o agravante não impugnou especificamente todos os fundamentos que levaram o Tribunal de origem a inadmitir o recurso especial (notadamente o óbice da Súmula 7/STJ); em atenção ao princípio da dialeticidade recursal e ao art. 932, III, do CPC/2015, a falta dessa impugnação determina o não conhecimento do agravo e, por consequência, o desprovimento do agravo interno.
Court Disposition
nego provimento ao agravo interno
Orders
- Negar provimento ao agravo interno.
- Manter a decisão da Presidência que não conheceu do agravo em recurso especial.
Full Case Text
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