AREsp 2962003 - DECISAO
O agravo interno foi provido porque o agravante impugnou especificamente o fundamento de inadmissibilidade do recurso especial, demonstrando que não se aplicava a Súmula 182/STJ; por isso, a decisão monocrática foi reconsiderada e os autos foram remetidos para análise do agravo em recurso especial.
- Parties
- Agravante: MARIA DAS GRACAS DE ALMEIDA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 September 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno / Reconsideração Da Decisão Monocrática Concedida; Autos Remetidos Para Análise Do Agravo Em Recurso Especial
- Outcome
- Agravo interno provido.
- Legal Topics
- Agravo Interno, Agravo Em Recurso Especial, Inadmissibilidade De Recurso Especial, Súmula 182/stj, Embargos De Terceiro, Coisa Julgada, Penhora De Imóvel, Bem De Família, Meação, Ônus Da Prova
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
MARIA DAS GRACAS DE ALMEIDA
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno / Reconsideração Da Decisão Monocrática Concedida; Autos Remetidos Para Análise Do Agravo Em Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Incidência da Súmula 182/STJ na hipótese concreta
- 2 Admissibilidade do agravo em recurso especial e impugnação específica do fundamento de inadmissibilidade
- 3 Ônus da prova quanto à caracterização de bem de família e à demonstração de que a dívida não reverteu em proveito da família
Ratio Decidendi
O agravo interno foi provido porque o agravante impugnou especificamente o fundamento de inadmissibilidade do recurso especial, demonstrando que não se aplicava a Súmula 182/STJ; por isso, a decisão monocrática foi reconsiderada e os autos foram remetidos para análise do agravo em recurso especial.
Court Disposition
Agravo interno provido.
Orders
- Reconsiderar a decisão de fls. 763-764.
- Após, voltem os autos conclusos para análise do agravo em recurso especial.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment