RHC 211387 - ACORDAO

RHC 211387 - ACORDAO

A prisão preventiva deve ser decretada apenas quando não for viável a aplicação de medidas cautelares alternativas; a gravidade abstrata do delito não justifica a prisão preventiva sem demonstração de circunstâncias específicas que indiquem risco concreto à ordem pública ou à instrução processual.

Parties
Agravante: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL; Agravado: ARTUR VICTOR ALVES RIBEIRO
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
08 September 2025
Procedural Posture
Agravo Regimental Em Habeas Corpus / Julgamento Colegiado (quinta Turma Sessão Virtual)
Outcome
negado provimento ao agravo regimental
Legal Topics
Agravo Regimental, Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Medidas Cautelares Alternativas, Furto Qualificado, Associação Criminosa

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 4 Authorities cited 8 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

Agravante

ARTUR VICTOR ALVES RIBEIRO

Agravado

Procedural Posture

Agravo Regimental Em Habeas Corpus / Julgamento Colegiado (quinta Turma Sessão Virtual)

  1. 1 Se a prisão preventiva do agravado é necessária para preservação da ordem pública
  2. 2 Se medidas cautelares alternativas previstas no art. 319 do CPP são adequadas e suficientes no caso concreto
  3. 3 Se a fundamentação baseada na gravidade abstrata do delito é suficiente para decretar a prisão preventiva

Ratio Decidendi

A prisão preventiva deve ser decretada apenas quando não for viável a aplicação de medidas cautelares alternativas; a gravidade abstrata do delito não justifica a prisão preventiva sem demonstração de circunstâncias específicas que indiquem risco concreto à ordem pública ou à instrução processual.

Court Disposition

negado provimento ao agravo regimental

Orders

  • Negar provimento ao agravo regimental interposto pelo Ministério Público Federal.
  • Manter a decisão monocrática que substituiu a prisão preventiva por medidas cautelares alternativas.