REsp 1309930 - DECISAO

REsp 1309930 - DECISAO

O recurso especial não foi conhecido porque a alteração da conclusão quanto à inexistência de danos morais exigiria reexame do acervo fático-probatório, vedado pela Súmula 7/STJ. No mérito do acórdão recorrido restou decidido que houve decadência para anular a Portaria de concessão de anistia (art. 54 da Lei 9.784/1999), que a Portaria 118/2000 não observou o contraditório e ampla defesa, que os Decretos 1.499/1995 e 3.363/2000 são ilegais e que são devidas indenizações por danos materiais (verbais salariais desde o Decreto 1.499/95 até a readmissão, respeitada prescrição quinquenal), com juros de mora de 0,5% ao mês a partir da citação, mas não se configuraram danos morais.

Parties
Autor/recorrente: OSVALDINO FREIRE DE CARVALHO
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
12 November 2024
Procedural Posture
Recurso Especial / Recurso Especial Não Conhecido Pelo STJ
Outcome
não conheço do recurso especial
Legal Topics
Anistia, Decadência Administrativa (art. 54/lei 9.784/1999), Nulidade De Ato Administrativo, Decretos 1.499/1995 E 3.363/2000, Indenização Por Danos Materiais, Indenização Por Danos Morais, Súmula 7/stj, Juros De Mora

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Authorities cited 14 Party arguments 2 Amounts and remedies 1
Sign in to unlock

Parties

OSVALDINO FREIRE DE CARVALHO

Autor/recorrente

Procedural Posture

Recurso Especial / Recurso Especial Não Conhecido Pelo STJ

  1. 1 decadência para anulação de ato administrativo (art. 54 da Lei 9.784/1999)
  2. 2 cerceamento de defesa/violação do contraditório e ampla defesa (art. 26 da Lei 9.784/1999)
  3. 3 ilegalidade dos Decretos 1.499/1995 e 3.363/2000 por ausência de amparo legal

Ratio Decidendi

O recurso especial não foi conhecido porque a alteração da conclusão quanto à inexistência de danos morais exigiria reexame do acervo fático-probatório, vedado pela Súmula 7/STJ. No mérito do acórdão recorrido restou decidido que houve decadência para anular a Portaria de concessão de anistia (art. 54 da Lei 9.784/1999), que a Portaria 118/2000 não observou o contraditório e ampla defesa, que os Decretos 1.499/1995 e 3.363/2000 são ilegais e que são devidas indenizações por danos materiais (verbais salariais desde o Decreto 1.499/95 até a readmissão, respeitada prescrição quinquenal), com juros de mora de 0,5% ao mês a partir da citação, mas não se configuraram danos morais.

Court Disposition

não conheço do recurso especial

Orders

  • Não conheço do recurso especial.
  • Intimem-se.