AREsp 1966281 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque a pretensão de declarar a nulidade da adjudicação e dos registros imobiliários exigiria reexame do conjunto fático-probatório e das provas (vedado pelo entendimento consolidado na Súmula 7/STJ), além de que o Tribunal de origem fundamentou expressamente a preservação da adjudicação em razão da proteção ao terceiro de boa-fé, da ausência de publicidade registral anterior e do reduzido efeito prático para o espólio diante da condição do adjudicado como herdeiro, circunstâncias que mantiveram inalterado o resultado do julgamento de origem.
- Parties
- Agravante/recorrente: JOSÉ MINERVINO DA SILVA - ESPÓLIO; Recorrido/terceiro Adjudicante: Hugo Virmondes Borges Filho; Executado/herdeiro: José Maria da Silva; Executada: Maria Aparecida Margarida Pontin da Silva; Inventariante/representante Do Espólio: Antonio Minervino Leite
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 May 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Conhecimento E Mérito No STJ (conhecimento Do Agravo E Julgamento Do Recurso Especial)
- Legal Topics
- Anulação De Ato Jurídico, Adjudicação, Herança Não Partilhada, Registro De Imóveis, Coisa Julgada, Litigação Sobre Litisconsórcio Passivo, Dissídio Jurisprudencial, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
JOSÉ MINERVINO DA SILVA - ESPÓLIO
Agravante/recorrente
Hugo Virmondes Borges Filho
Recorrido/terceiro Adjudicante
José Maria da Silva
Executado/herdeiro
Maria Aparecida Margarida Pontin da Silva
Executada
Antonio Minervino Leite
Inventariante/representante Do Espólio
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Conhecimento E Mérito No STJ (conhecimento Do Agravo E Julgamento Do Recurso Especial)
Legal Issues
- 1 nulidade da adjudicação e dos registros imobiliários
- 2 efeito da falta de publicidade registral e proteção do terceiro de boa-fé
- 3 incidência do art. 1.791, parágrafo único, do CC sobre herança não partilhada
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque a pretensão de declarar a nulidade da adjudicação e dos registros imobiliários exigiria reexame do conjunto fático-probatório e das provas (vedado pelo entendimento consolidado na Súmula 7/STJ), além de que o Tribunal de origem fundamentou expressamente a preservação da adjudicação em razão da proteção ao terceiro de boa-fé, da ausência de publicidade registral anterior e do reduzido efeito prático para o espólio diante da condição do adjudicado como herdeiro, circunstâncias que mantiveram inalterado o resultado do julgamento de origem.
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