AREsp 1727887 - DECISAO
Conheceu-se do agravo para conhecer em parte do recurso especial e, na parte conhecida, negou-se provimento, por entender que o acórdão recorrido não é omisso nem obscuro, que a Lei nº 8.429/92 é aplicável a agentes políticos e que a prerrogativa de foro não se estende às ações de improbidade administrativa, estando a matéria consolidada na jurisprudência do STJ, o que impede a reforma via recurso especial.
- Parties
- Autor: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro; Réu: Hugo Leal Melo da Silva; Réu: Anelise Rondeau; Réu: Gustavo Carvalho dos Santos; Réu: Claudia Cristina Pinto da Silva Cavalcanti; Réu: INDEP - Instituto Nacional de Desenvolvimento de Estudos e Projetos
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 June 2024
- Procedural Posture
- Ação Civil Pública Por Ato De Improbidade Administrativa / Recurso Especial (julgamento Do Agravo Em Recurso Especial)
- Outcome
- Conheço do agravo para conhecer em parte do recurso especial e, na parte conhecida, nego-lhe provimento.
- Legal Topics
- Aplicabilidade Da Lei 8.429/92 a Agentes Políticos, Prerrogativa De Foro (for O Por Prerrogativa De Função), Admissibilidade De Recurso Especial, Embargos De Declaração (omissão/obscuridade), Repercussão Geral (re 976566, Tema 576), Súmula 83/stj
Case Brief
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Parties
Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro
Autor
Hugo Leal Melo da Silva
Réu
Anelise Rondeau
Réu
Gustavo Carvalho dos Santos
Réu
Claudia Cristina Pinto da Silva Cavalcanti
Réu
INDEP - Instituto Nacional de Desenvolvimento de Estudos e Projetos
Réu
Procedural Posture
Ação Civil Pública Por Ato De Improbidade Administrativa / Recurso Especial (julgamento Do Agravo Em Recurso Especial)
Legal Issues
- 1 Se o acórdão recorrido padecia de omissão, obscuridade ou contradição nos termos dos arts. 1.022 e 1.036 do CPC
- 2 Se a Lei nº 8.429/92 é aplicável a agentes políticos (deputado federal)
- 3 Se a existência de prerrogativa de foro do deputado federal impede o processamento e julgamento de ação de improbidade na Justiça Estadual
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo para conhecer em parte do recurso especial e, na parte conhecida, negou-se provimento, por entender que o acórdão recorrido não é omisso nem obscuro, que a Lei nº 8.429/92 é aplicável a agentes políticos e que a prerrogativa de foro não se estende às ações de improbidade administrativa, estando a matéria consolidada na jurisprudência do STJ, o que impede a reforma via recurso especial.
Court Disposition
Conheço do agravo para conhecer em parte do recurso especial e, na parte conhecida, nego-lhe provimento.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
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