AREsp 1707094 - DECISAO
O acórdão recorrido fundou-se na interpretação de dispositivo de legislação estadual (Lei Estadual 7.990/2001); a modificação da decisão exigiria reexame de direito local, vedado em sede de recurso especial, sendo aplicável por analogia a Súmula 280/STF. Ademais, alegação de violação constitucional deve ser apreciada pelo STF, sob pena de usurpação de competência, razão pela qual o agravo foi conhecido para não conhecer do recurso especial.
- Parties
- Agravante: JOSÉ MOTA DE CARVALHO E OUTROS; Agravado: ESTADO DA BAHIA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 31 August 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Conhecido Para Não Conhecer Do Recurso Especial Dos Particulares
- Outcome
- Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial dos particulares.
- Legal Topics
- Aposentadoria, Direito Local, Competência Do STF, Honorários Sucumbenciais
Case Brief
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Parties
JOSÉ MOTA DE CARVALHO E OUTROS
Agravante
ESTADO DA BAHIA
Agravado
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Conhecido Para Não Conhecer Do Recurso Especial Dos Particulares
Legal Issues
- 1 violação dos arts. 9º, 40, § 8º, e 121 da Lei Estadual 7.990/2001
- 2 incidência da Súmula 280/STF por se tratar de direito local
- 3 cabimento de recurso especial para apreciação de matéria constitucional (art. 5º, XXXVI, CF/1988)
Ratio Decidendi
O acórdão recorrido fundou-se na interpretação de dispositivo de legislação estadual (Lei Estadual 7.990/2001); a modificação da decisão exigiria reexame de direito local, vedado em sede de recurso especial, sendo aplicável por analogia a Súmula 280/STF. Ademais, alegação de violação constitucional deve ser apreciada pelo STF, sob pena de usurpação de competência, razão pela qual o agravo foi conhecido para não conhecer do recurso especial.
Court Disposition
Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial dos particulares.
Orders
- Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial dos particulares.
- Majoro, em desfavor da parte recorrente, em 10% (dez por cento) o valor já arbitrado na origem, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015, observados, se aplicáveis, os limites percentuais previstos nos §§ 2º e 3º do referido dispositivo, bem como os termos do art. 98, § 3º, do mesmo diploma legal.
Full Case Text
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