HC 1034162 - DECISAO
O relator não conheceu do habeas corpus porque a via mostra-se, em princípio, inadequada como sucedâneo de recurso ordinário, e, no mérito sumário, não se identificou ilegalidade sanável na apreensão do celular, que decorreu de diligências policiais amparadas no art. 6º, III, do CPP e em indícios de utilização compartilhada do aparelho pelo grupo criminoso, de modo que a extração dos dados e a prisão preventiva não foram demonstradas como manifestamente ilegais.
- Parties
- Paciente: ÉDER RODRIGO DOS SANTOS; Órgão Prolator Do Acórdão: Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo; Denunciante: Ministério Público estadual; Corréu: Fernando Donizeti dos Santos; Corréu: Itamar Rodrigues Pereira Júnior; Corréu: Robélio Barbosa dos Santos
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 12 November 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Ordinário / Decisão De Não Conhecimento (relator)
- Outcome
- não conheço deste habeas corpus
- Legal Topics
- Apreensão De Aparelho Celular, Quebra De Sigilo De Dados Telemáticos, Prisão Preventiva, Flagrante, Prova Ilícita, Uso Do Habeas Corpus Como Sucedâneo De Recurso
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
ÉDER RODRIGO DOS SANTOS
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
Órgão Prolator Do Acórdão
Ministério Público estadual
Denunciante
Fernando Donizeti dos Santos
Corréu
Itamar Rodrigues Pereira Júnior
Corréu
Robélio Barbosa dos Santos
Corréu
Procedural Posture
Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Ordinário / Decisão De Não Conhecimento (relator)
Legal Issues
- 1 Ilegitimidade da apreensão do celular por ausência de prisão em flagrante
- 2 Legalidade da quebra de sigilo de dados telemáticos
- 3 Admissibilidade do habeas corpus como substitutivo de recurso ordinário
Ratio Decidendi
O relator não conheceu do habeas corpus porque a via mostra-se, em princípio, inadequada como sucedâneo de recurso ordinário, e, no mérito sumário, não se identificou ilegalidade sanável na apreensão do celular, que decorreu de diligências policiais amparadas no art. 6º, III, do CPP e em indícios de utilização compartilhada do aparelho pelo grupo criminoso, de modo que a extração dos dados e a prisão preventiva não foram demonstradas como manifestamente ilegais.
Court Disposition
não conheço deste habeas corpus
Orders
- Pedido liminar indeferido
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment