AREsp 1735681 - ACORDAO
Negou-se provimento ao Agravo Interno porque não houve omissão, contradição ou obscuridade no acórdão recorrido (não configurando ofensa ao art. 1.022 do CPC/2015), as universidades federais possuem legitimidade para figurar no polo passivo sem a inclusão obrigatória da União, e os atos administrativos praticados antes da vigência da Lei 9.784/1999 estão sujeitos ao prazo decadencial de cinco anos contado da entrada em vigor dessa lei, de modo que a revisão da incorporação de horas extras ficou fulminada pela decadência.
- Parties
- Agravante: UFRGS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 July 2021
- Procedural Posture
- Agravo Interno / Julgamento Na Segunda Turma
- Outcome
- Agravo Interno não provido
- Legal Topics
- Art. 1.022 Do Cpc/2015, Litisconsórcio Passivo, Ilegitimidade Passiva, Incorporação De Horas Extras, Coisa Julgada, Decadência Administrativa
Case Brief
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Parties
UFRGS
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno / Julgamento Na Segunda Turma
Legal Issues
- 1 Violação ao art. 1.022 do CPC/2015
- 2 legitimidade de universidades federais para figurar no polo passivo
- 3 prazo decadencial para revisão de atos administrativos (Lei 9.784/1999, art.54)
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao Agravo Interno porque não houve omissão, contradição ou obscuridade no acórdão recorrido (não configurando ofensa ao art. 1.022 do CPC/2015), as universidades federais possuem legitimidade para figurar no polo passivo sem a inclusão obrigatória da União, e os atos administrativos praticados antes da vigência da Lei 9.784/1999 estão sujeitos ao prazo decadencial de cinco anos contado da entrada em vigor dessa lei, de modo que a revisão da incorporação de horas extras ficou fulminada pela decadência.
Court Disposition
Agravo Interno não provido
Orders
- Negar provimento ao Agravo Interno.
Full Case Text
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