REsp 2166130 - DECISAO
Não conheço do recurso especial porque o recorrente não impugnou todos os fundamentos do acórdão recorrido; o decisum recorrido assentou-se em fundamentos suficientes (a procuração eletrônica emitida por plataforma não credenciada ao ICP-Brasil e a ausência de regularização da representação processual após...
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- Parties
- Recorrente: WILLIAN DA SILVA CHOIGUEL; Recorrido: Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 September 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento (stj)
- Outcome
- Não conheço do recurso especial.
- Legal Topics
- Assinatura Eletrônica, Certificação Digital, ICP Brasil, Procuração Eletrônica, Admissibilidade Recursal, Extinção Do Processo (art. 485, IV, Cpc), Súmula 284 STF, Súmula 283 STF
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Parties
WILLIAN DA SILVA CHOIGUEL
Recorrente
Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento (stj)
Legal Issues
- 1 validade da assinatura eletrônica produzida por plataforma não credenciada pelo ICP-Brasil
- 2 possibilidade de reconhecimento de assinatura eletrônica não ICP-Brasil mediante outros meios de comprovação
- 3 obrigação de regularizar representação processual após intimação
Ratio Decidendi
Não conheço do recurso especial porque o recorrente não impugnou todos os fundamentos do acórdão recorrido; o decisum recorrido assentou-se em fundamentos suficientes (a procuração eletrônica emitida por plataforma não credenciada ao ICP-Brasil e a ausência de regularização da representação processual após intimação) que não foram enfrentados integralmente nas razões recursais, atraindo o óbice da Súmula 284 do STF e, por analogia, da Súmula 283 do STF, motivo pelo qual o recurso não pode ser conhecido.
Court Disposition
Não conheço do recurso especial.
Orders
- Não conheço do recurso especial.
- Caso exista prévia fixação de honorários sucumbenciais pelas instâncias de origem, majoro em 10% o valor já arbitrado, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015, observados os limites legais aplicáveis.
Full Case Text
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1 paragraphs
DECISÃO Trata-se de recurso especial interposto por WILLIAN DA SILVA CHOIGUEL, com respaldo nas alíneas "a" e "c" do permissivo constitucional, contra acórdão do TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SANTA CATARINA assim ementado (e-STJ fl. 138): APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO ACIDENTÁRIA. EXTINÇÃO NA ORIGEM (ART. 485, IV, DO CPC). RECLAMO AUTORAL. PROCURAÇÃO ASSINADA ELETRONICAMENTE. PLATAFORMA "ZAPSIGN" QUE NÃO INTEGRA O ROL DE AUTORIDADES CERTIFICADORAS CREDENCIADAS PELA INFRAESTRUTURA DE CHAVES PÚBLICAS BRASILEIRAS (ICP-BRASIL). ADEMAIS, AUTOR QUE DEIXOU DE REGULARIZAR A REPRESENTAÇÃO PROCESSUAL, NÃO OBSTANTE INTIMADO PARA TANTO. SENTENÇA ESCORREITA. RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO. Em suas razões, a parte recorrente aponta, além de dissídio jurisprudencial, violação do art. 10, § 2º, da MP 2.200-2/2001 e do art. 4º da Lei n. 14.063/2020, argumentando que a assinatura eletrônica fornecida pela empresa ZapSign cumpre os requisitos da referida MP, "que autoriza que os participantes, por pacto, estabeleçam suas próprias formas de assinatura eletrônica (desde que cumpridos os requisitos de autoria e integridade de documentos eletrônicos)" (e-STJ fl. 150). Ressalta que (e-STJ fl. 153): no caso, na procuração firmada por meio eletrônico foi aposta assinatura de punho diretamente no documento pela tela do celular e nela consta também a biometria facial, procedimento de autenticação que captura a imagem para o reconhecimento por foto no estilo selfie, além de documento de identificação do signatário digitalizado. No documento constam, ainda, informações adicionais como número telefônico, endereço eletrônico, dados e IP do dispositivo usado para a formalização da assinatura, geolocalização e token único. Dessarte, ainda que a autenticação tenha ocorrido por certificadora privada, referida circunstância não obsta o reconhecimento de sua validade, mormente quando acompanhada dos devidos registros de aceites eletrônicos, o que se prova pelos documentos anexos. Por fim, afirma que "não se mostra razoável que o juiz singular "legisle" acerca da aceitação de um tipo de assinatura em detrimento do outro" (e-STJ fl. 153). Requer, assim o acolhimento de sua pretensão com inversão do ônus sucumbencial. Sem contrarrazões (e-STJ. fls. Juízo positivo de admissibilidade pelo Tribunal de origem às e-STJ fls. 170/172. Passo a decidir. A pretensão recursal não pode ser conhecida, pois não foram impugnados todos os fundamentos do acórdão recorrido, que destaco (e-STJ fls. 134/136): 1. O recurso apresenta-se tempestivo e preenche os demais requisitos de admissibilidade, razão pela qual merece ser conhecido; recebo-o também em seus efeitos legais (arts. 1.012, caput, e1.013, caput, do CPC). 2. Cinge-se a controvérsia à validade da assinatura digital constante do instrumento de mandato, a qual foi emitida e certificada através da plataforma "ZapSign". A questão, destaco, já restou apreciada por este Tribunal de Justiça no bojo da Apelação n. 5006354-96.2023.8.24.0036, em aresto da lavra do Exmo. Des. Francisco José Rodrigues de Oliveira Neto, da qual se extrai judiciosa fundamentação que, por amoldar-se perfeitamente ao caso em apreço, adoto como razões de decidir, com a devida licença: A Medida Provisória n. 2.200-2/2021, que instituiu a ICP-Brasil e regulou a utilização da certificação digital no país, dispõe no art. 10 acerca da validade jurídica dos documentos eletrônicos, a saber: " Art. 10. Consideram-se documentos públicos ou particulares, para todos os fins legais, os documentos eletrônicos de que trata esta Medida Provisória. § 1º As declarações constantes dos documentos em forma eletrônica produzidos com a utilização de processo de certificação disponibilizado pela ICP-Brasil presumem-se verdadeiros em relação aos signatários, na forma do art. 131 da Lei no 3.071, de 1º de janeiro de 1916 - Código Civil. § 2º O disposto nesta Medida Provisória não obsta a utilização de outro meio de comprovação da autoria e integridade de documentos em forma eletrônica, inclusive os que utilizem certificados não emitidos pela ICP-Brasil, desde que admitido pelas partes como válido ou aceito pela pessoa a quem for oposto o documento." Em complemento, a Lei n. 11.419/2006, que dispõe especificamente sobre a informatização do processo judicial, considera como válida a assinatura eletrônica baseada em certificado digital emitido por Autoridade Certificadora credenciada, como se vê: "Art. 1º O uso de meio eletrônico na tramitação de processos judiciais, comunicação de atos e transmissão de peças processuais será admitido nos termos desta Lei. § 1º Aplica-se o disposto nesta Lei, indistintamente, aos processos civil, penal e trabalhista, bem como aos juizados especiais, em qualquer grau de jurisdição. § 2º Para o disposto nesta Lei, considera-se: I - meio eletrônico qualquer forma de armazenamento ou tráfego de documentos e arquivos digitais; II - transmissão eletrônica toda forma de comunicação a distância com a utilização de redes de comunicação, preferencialmente a rede mundial de computadores; III - assinatura eletrônica as seguintes formas de identificação inequívoca do signatário: a) assinatura digital baseada em certificado digital emitido por Autoridade Certificadora credenciada, na forma de lei específica; b) mediante cadastro de usuário no Poder Judiciário, conforme disciplinado pelos órgãos respectivos." (grifou-se). Comentando o referido dispositivo, a doutrina esclarece que, "no plano conceitual, assinatura digital é um código anexado ou logicamente associado a um arquivo eletrônico que confere de forma única e exclusiva a comprovação da autenticidade e confiabilidade quanto à integralidade do conjunto dedados do referido documento conforme o original. Poder-se-ia até dizer que, guardadas as devidas peculiaridades distintivas, a assinatura digital equipara-se à assinatura manuscrita, uma vez que possibilita a comprovação de que tal documento eletrônico foi criado pelo autor; ou manifesta uma vontade identificada por ele, na forma da lei. A propósito, a legislação aplicável que confirma a aceitação e a validade jurídica da assinatura digital é a Lei n. 11.419/2006, art. 2º, bem como o CPC de 2015, arts. 193, caput, 205, § 2º, e 943/CPC de 1973, arts. 154, § 2º, e 164, parágrafo único" (TEIXEIRA, Tarcisio. Direito Digital e Processo Eletrônico. 7. ed. - São Paulo : SaraivaJur, 2023.Livro eletrônico). E prossegue o doutrinador: "haja vista a segurança da assinatura digital e certificação eletrônica, é possível que os mais variados atos jurídicos sejam realizados eletronicamente: contratos, operações bancárias, a prática de atos processuais, entre outros. Contudo, tornou-se possível a validade jurídica dos documentos eletrônicos, pois, utilizando-se de assinatura digital e certificação eletrônica, é possível identificar o criador do documento eletrônico; também pelo fato de que o autor subscreve o documento eletrônico, conferindo-lhe autenticidade, além de criptografá-lo com sua chave privada para que somente o detentor da outra chave pública possa abri-lo e assim conhecer o seu conteúdo, que será igual ao original por conta da segurança do procedimento da certificação digital." (TEIXEIRA, Tarcisio. Direito Digital e Processo Eletrônico. 7. ed. - São Paulo : SaraivaJur, 2023. Livro eletrônico). Portanto, a validade da assinatura para documentos judiciais - como o instrumento procuratório -, depende da sua emissão por Autoridade Certificadora credenciada, representada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira ICP - Brasil, nos termos da Medida Provisória n. 2.200-2/2001. .. O aresto restou assim ementado: AGRAVO INTERNO. ART. 1.021 DO CPC/15. PREVIDENCIÁRIO. DECISÃO MONOCRÁTICA QUE NEGOU PROVIMENTO AO RECURSO INTERPOSTO PELO SEGURADO. EXTINÇÃO DO FEITO, SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO, ANTE A AUSÊNCIA DE REGULARIZAÇÃO DA REPRESENTAÇÃO PROCESSUAL, MESMO APÓS INTIMAÇÃO ESPECÍFICA PARA SUPRIR O VÍCIO. PROCURAÇÃO ASSINADA DIGITALMENTE POR MEIO DA PLATAFORMA "ZAPSIGN", QUE NÃO SE ENCONTRA CREDENCIADA NO ICP-BRASIL. INTELIGÊNCIA DO ART. 1º, § 2º, III, "A", DA LEI N. 11.419/2006 E ART. 10, § 1º, DA MP N. 2.200-2/2001. PRECEDENTES DESTA CORTE. DECISÃO MANTIDA. RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO. (TJSC, Apelação n. 5006354-96.2023.8.24.0036, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, rel. Francisco José Rodrigues de Oliveira Neto, Segunda Câmara de Direito Público, j. 03-10-2023). In casu, o autor apresentou instrumento de mandato assinado eletronicamente com emissão e certificação expedida através da plataforma "ZapSign" (Ev. 1, Proc2 - 1G), esta que não integra o rol de autoridades certificadoras credenciadas pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileiras (ICP-BRASIL), consoante se observa de consulta realizada nos sites da Casa Civil do Governo Federal (https://www.gov.br/iti/pt-br/assuntos/repositorio/cadeias-da-icp-brasil, acessado em15.4.2024) e do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação - ITI (https://estrutura.iti.gov.br/,acessado em 15.4.2024). Outrossim, conforme se verifica das informações disponibilizadas pela própria empresa, A ZapSign é uma empresa de assinatura eletrônica e seguimos todos os protocolos da medida provisória nº 2.200-2/2001 para total respaldo jurídico dos documentos assinados. Apenas empresas que EMITEM E COMERCIALIZAM CERTIFICADO DIGITAL NECESSITAM DE homologação e ou registro junto ao ICP-Brasil (Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira), logo, a ZapSign não possui qualquer obrigação legal de registro ou aval do ICP BRASIL para entrega do seus serviços e assinatura eletrônica. Ainda neste contexto, a própria lei que institui o ICP - BRASIL é EXPRESSA em validar a utilização de ferramentas que não utilizem certificados emitidos pela ICP - BRASIL, conforme demonstra o artigo art.10. § 2º, abaixo transcrito: "Art. 10. .. § 2º O disposto nesta Medida Provisória não obsta a utilização de outro meio de comprovação da autoria e integridade de documentos em forma eletrônica, inclusive os que utilizem certificados não emitidos pela ICP-Brasil, desde que admitido pelas partes como válido ou aceito pela pessoa a quem for oposto o documento." Em caso de eventuais questionamentos jurídicos, nossa equipe de advogados poderá auxiliá-los na resolução de dúvidas. (https://clients.zapsign.com.br/ help/a-zapsign-est%C3%A1-em-conformidade-com-o-icp-brasil-1, acessado em 15.4.2024). Ademais, não obstante tenha sido oportunizada a regularização da representação processual (Ev. 5 - 1G), o autor deixou de juntar nova procuração (Evs. 7-9 - 1G), de modo que escorreita a extinção do processo, nos termos do art. 485, IV, do CPC. No mesmo sentido: .. Assim, não há reparos a se fazer na sentença. 3. Outrossim, deixo de fixar os honorários recursais (art. 85, § 11, do CPC), porquanto o segurado, nas lides acidentárias, é legalmente isento de despesas processuais (art. 129, parágrafo único, da Lei n. 8.213/91) Portanto, o processo foi extinto sem julgamento do mérito por duas razões: a) o autor apresentou instrumento de mandato assinado eletronicamente com emissão e certificação expedida por meio da plataforma "ZapSign", que não integra o rol de autoridades certificadoras credenciadas pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileiras (ICP-BRASIL), e não houve comprovação da veracidade da assinatura por outros meios; b) o autor deixou de juntar nova procuração, quando intimado para a devida regularização processual. Por sua vez, o recurso especial limitou-se a defender a veracidade da assinatura eletrônica feita por meio da plataforma ZapSign, sem nada discorrer pela ausência de regularização da representação processual, a evidenciar, pelo cotejo entre as razões do recurso e do acórdão, o desencontro entre o que foi decidido e a pretensão recursal deduzida. A falta de pertinência entre as razões do recurso especial e a decisão questionada revela-se apta a atrair o óbice contido na Súmula 284 do STF ("é inadmissível o recurso extraordinário, quando a deficiência na sua fundamentação não permitir a exata compreensão da controvérsia"), pois não é possível conhecer de recurso especial que invoca como violado dispositivo de lei federal que não possui comando normativo apto a infirmar a tese adotada pelo acórdão recorrido. Nesse sentido: PROCESSUAL CIVIL. MANDADO DE SEGURANÇA. AGRAVO REGIMENTAL. DECISÃO MONOCRÁTICA. INDEFERIMENTO LIMINAR DA AÇÃO. INCOMPETÊNCIA DO STJ PARA CONHECER ORIGINARIAMENTE DO WRIT. VEICULAÇÃO DE RAZÕES DISSOCIADAS. APLICAÇÃO DA SÚMULA 284/STF. PRECEDENTES DO STJ. AGRAVO REGIMENTAL DO IMPETRANTE NÃO CONHECIDO. 1. Aplica-se o óbice da Súmula 284/STF quando o recurso veicular razões dissociadas dos fundamentos da decisão recorrida. 2. No caso, a decisão agravada apenas reconheceu a incompetência do STJ, por não se configurar a hipótese do art. 105, I, b da CF/88, matéria não recorrida. 3. Agravo Regimental do Impetrante não conhecido. (AgRg no MS 19.557/SP, Rel. Ministro NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO, PRIMEIRA SEÇÃO, julgado em 14/12/2016, DJe 2/2/2017). PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL. VIOLAÇÃO DO ART. 535 DO CPC/1973. NÃO OCORRÊNCIA. FUNDAMENTAÇÃO RECURSAL DEFICIENTE. SÚMULA 284 DO STF. 1. Conforme estabelecido pelo Plenário do STJ, "aos recursos interpostos com fundamento no CPC/1973 (relativos a decisões publicadas até 17 de março de 2016) devem ser exigidos os requisitos de admissibilidade na forma nele prevista, com as interpretações dadas, até então, pela jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça" (Enunciado Administrativo n. 2). 2. O acolhimento de recurso especial por violação ao art. 535 do CPC/1973 pressupõe a demonstração de que a Corte de origem, mesmo depois de provocada mediante embargos de declaração, deixou de sanar vício de integração contido em seu julgado, o que não ocorreu na espécie. 3. Não é possível conhecer de recurso especial que invoca como violado dispositivo de lei federal que não possui comando normativo apto a infirmar a tese adotada pelo acórdão recorrido. Inteligência da Súmula 284 do STF. 4. Agravo interno desprovido. (AgInt no AREsp 290.622/MG, de minha relatoria, PRIMEIRA TURMA, julgado em 02/05/2017, DJe 20/06/2017). Além disso, "(..) como a fundamentação supra é apta, por si só, para manter o decisum combatido, e não houve contraposição recursal ao ponto, aplica-se na espécie, por analogia, o óbice da Súmula 283 do STF: "é inadmissível o recurso extraordinário, quando a decisão recorrida assenta em mais de um fundamento suficiente, e o recurso não abrange todos eles."" (REsp 1.666.566/RJ, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, Segunda Turma, julgado em 06/06/2017, DJe 19/06/2017). Ante o exposto, com base no art. 255, § 4º, I, do RISTJ, NÃO CONHEÇO do recurso especial. Caso exista nos autos prévia fixação de honorários sucumbenciais pelas instâncias de origem, majoro, em desfavor da parte recorrente, em 10% (dez por cento) o valor já arbitrado (na origem), nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015, observados, se aplicáveis, os limites percentuais previstos nos §§ 2º e 3º do referido dispositivo, bem como os termos do art. 98, § 3º, do mesmo diploma legal. Publique-se. Intimem-se. EMENTA