REsp 1817465 - DECISAO

REsp 1817465 - DECISAO

Conheceu-se parcialmente do recurso especial e negou-se provimento porque faltou prequestionamento quanto a diversos dispositivos indicados, a fundamentação recursal foi deficiente e o acórdão recorrido está adequadamente fundamentado: no caso concreto restou comprovado que o atraso na obtenção do financiamento decorreu de hipoteca pendente da construtora, incumbindo a esta o ônus, de modo que a atualização do saldo devedor pelo IGP-M e os encargos de mora não podiam ser imputados ao promitente comprador; ademais, a alteração da decisão exigiria reexame do conjunto fático-probatório, obstado pela Súmula 7/STJ.

Parties
Recorrente: HESA 20 - INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA.
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
16 September 2021
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento De Recurso Especial
Legal Topics
Atraso Na Entrega De Imóvel, Lucros Cessantes, Taxas Condominiais, Atualização Do Saldo Devedor, Hipoteca, Prequestionamento, Honorários Advocatícios

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 6 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

HESA 20 - INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA.

Recorrente

Procedural Posture

Recurso Especial / Julgamento De Recurso Especial

  1. 1 responsabilidade por atraso na entrega do imóvel e indenização por lucros cessantes
  2. 2 cobrança de taxas condominiais do promitente-comprador antes da imissão na posse
  3. 3 imputação da atualização do saldo devedor ao comprador quando o atraso na obtenção de financiamento decorre de hipoteca da construtora

Ratio Decidendi

Conheceu-se parcialmente do recurso especial e negou-se provimento porque faltou prequestionamento quanto a diversos dispositivos indicados, a fundamentação recursal foi deficiente e o acórdão recorrido está adequadamente fundamentado: no caso concreto restou comprovado que o atraso na obtenção do financiamento decorreu de hipoteca pendente da construtora, incumbindo a esta o ônus, de modo que a atualização do saldo devedor pelo IGP-M e os encargos de mora não podiam ser imputados ao promitente comprador; ademais, a alteração da decisão exigiria reexame do conjunto fático-probatório, obstado pela Súmula 7/STJ.