REsp 2125621 - ACORDAO
O agravo interno não merece provimento porque a agravante não impugnou especificamente os fundamentos da decisão agravada (Súmula 182/STJ), o Tribunal de origem, ao analisar os contratos, concluiu pela existência de concurso de responsabilidades — com responsabilidade exclusiva da construtora até julho de 2016 (prazo do compromisso de compra e venda com tolerância) e solidariedade da Caixa Econômica Federal a partir do esgotamento do prazo previsto no contrato de mútuo (30/01/2018) — e o tema relativo a lucros cessantes foi decidido em consonância com a jurisprudência consolidada do STJ que presume prejuízo ao adquirente, o que afasta o conhecimento de questões que exigiriam reexame...
- Parties
- Agravante (construtora): Álamo; Parte Demandada / Ré / Legitimidade Passiva Ad Causam: Caixa Econômica Federal; Recorrido / Comprador: adquirente
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 November 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Recurso Especial / Julgamento Colegiado (quarta Turma) Acórdão
- Legal Topics
- Atraso Na Entrega De Obra, Responsabilidade Civil, Legitimidade Passiva, Responsabilidade Solidária, Lucros Cessantes, Súmulas E Jurisprudência
Case Brief
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Parties
Álamo
Agravante (construtora)
Caixa Econômica Federal
Parte Demandada / Ré / Legitimidade Passiva Ad Causam
adquirente
Recorrido / Comprador
Procedural Posture
Agravo Interno No Recurso Especial / Julgamento Colegiado (quarta Turma) Acórdão
Legal Issues
- 1 culpa exclusiva da instituição financeira versus concurso de responsabilidades
- 2 legitimidade passiva ad causam da Caixa Econômica Federal
- 3 alcance da responsabilidade solidária entre construtora e instituição financeira (a partir de 30/01/2018)
Ratio Decidendi
O agravo interno não merece provimento porque a agravante não impugnou especificamente os fundamentos da decisão agravada (Súmula 182/STJ), o Tribunal de origem, ao analisar os contratos, concluiu pela existência de concurso de responsabilidades — com responsabilidade exclusiva da construtora até julho de 2016 (prazo do compromisso de compra e venda com tolerância) e solidariedade da Caixa Econômica Federal a partir do esgotamento do prazo previsto no contrato de mútuo (30/01/2018) — e o tema relativo a lucros cessantes foi decidido em consonância com a jurisprudência consolidada do STJ que presume prejuízo ao adquirente, o que afasta o conhecimento de questões que exigiriam reexame...
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