RMS 76655 - DECISAO

RMS 76655 - DECISAO

Negou-se provimento ao recurso e denegou-se a segurança porque o impetrante não comprovou, mediante prova pré-constituída, direito líquido e certo; adicionalmente, verificou-se que o ato impugnado situa-se na esfera de competência do ente estadual para estabelecer diretrizes avaliativas, não restando demonstrado de plano que a Portaria Normativa n.º 2.992/2024 tenha violado a autonomia escolar ou a gestão democrática do ensino, a qual não é absoluta e encontra limites na legislação superior.

Parties
Impetrante: Sindicato dos Trabalhadores em Educação na Rede Pública de Ensino do Estado de Santa Catarina (SINTE/SC); Autoridade Coatora: Secretário de Estado da Educação de Santa Catarina
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
25 September 2025
Procedural Posture
Mandado De Segurança Coletivo Recurso Ordinário / Decisão Do Superior Tribunal De Justiça (negado Provimento)
Outcome
Recurso ordinário não provido; segurança denegada
Legal Topics
Autonomia Das Unidades Escolares, Gestão Democrática Do Ensino, Avaliação Escolar, Portaria Normativa, Mandado De Segurança, Prova Pré Constituída

Case Brief

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Parties

Sindicato dos Trabalhadores em Educação na Rede Pública de Ensino do Estado de Santa Catarina (SINTE/SC)

Impetrante

Secretário de Estado da Educação de Santa Catarina

Autoridade Coatora

Procedural Posture

Mandado De Segurança Coletivo Recurso Ordinário / Decisão Do Superior Tribunal De Justiça (negado Provimento)

  1. 1 ilegalidade da Portaria Normativa n. 2.992/2024 que torna obrigatória a adoção da média global como critério de avaliação
  2. 2 se a obrigatoriedade viola a autonomia escolar e o princípio da gestão democrática do ensino
  3. 3 previsão processual de demonstração de direito líquido e certo por prova pré-constituída no mandado de segurança

Ratio Decidendi

Negou-se provimento ao recurso e denegou-se a segurança porque o impetrante não comprovou, mediante prova pré-constituída, direito líquido e certo; adicionalmente, verificou-se que o ato impugnado situa-se na esfera de competência do ente estadual para estabelecer diretrizes avaliativas, não restando demonstrado de plano que a Portaria Normativa n.º 2.992/2024 tenha violado a autonomia escolar ou a gestão democrática do ensino, a qual não é absoluta e encontra limites na legislação superior.

Court Disposition

Recurso ordinário não provido; segurança denegada

Orders

  • Nego provimento ao presente Recurso Ordinário
  • Publique-se