AREsp 1843857 - DECISAO
Conheceu-se do agravo para conhecer parcialmente do Recurso Especial e, no mérito, negou-se provimento ao recurso porque a Corte de origem reconheceu que o INSS pode realizar revisão periódica da condição laborativa, mas estabeleceu que, enquanto pendente de apreciação em instância recursal (antes do esgotamento da jurisdição de 2º grau), qualquer cancelamento do benefício decorrente de ato administrativo deve ser previamente submetido ao crivo do Poder Judiciário; após julgamento em grau recursal, o INSS pode convocar para nova perícia e, constatada a recuperação, cancelar o benefício comunicando o juízo de origem ou de execução; além disso, a parte não pode alegar ofensa ao art. 1.022...
- Parties
- Agravante: Agravante; Autarquia Previdenciária: INSS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 29 June 2021
- Procedural Posture
- Agravo Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial / Decisão De Conhecimento Do Agravo E Julgamento Quanto Ao Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do Agravo para conhecer parcialmente do Recurso Especial e, nessa parte, negar-lhe provimento.
- Legal Topics
- Auxílio Doença, Revisão Administrativa, Alta Programada, Qualidade De Segurada Especial, Correção Monetária, Trânsito Em Julgado, Perícia Médica, Comunicação Ao Juízo, Embargos De Declaração
Case Brief
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Parties
Agravante
Agravante
INSS
Autarquia Previdenciária
Procedural Posture
Agravo Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial / Decisão De Conhecimento Do Agravo E Julgamento Quanto Ao Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Possibilidade de cancelamento administrativo do auxílio-doença concedido judicialmente sem comunicação ao juízo
- 2 Momento e requisitos para revisão administrativa do auxílio-doença (perícia, comunicação ao juízo)
- 3 Admissibilidade de alegação de violação do art. 1.022 do CPC sem interposição de embargos de declaração
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo para conhecer parcialmente do Recurso Especial e, no mérito, negou-se provimento ao recurso porque a Corte de origem reconheceu que o INSS pode realizar revisão periódica da condição laborativa, mas estabeleceu que, enquanto pendente de apreciação em instância recursal (antes do esgotamento da jurisdição de 2º grau), qualquer cancelamento do benefício decorrente de ato administrativo deve ser previamente submetido ao crivo do Poder Judiciário; após julgamento em grau recursal, o INSS pode convocar para nova perícia e, constatada a recuperação, cancelar o benefício comunicando o juízo de origem ou de execução; além disso, a parte não pode alegar ofensa ao art. 1.022...
Court Disposition
Conheço do Agravo para conhecer parcialmente do Recurso Especial e, nessa parte, negar-lhe provimento.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
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