REsp 2117685 - DECISAO
O recurso especial não foi conhecido porquanto a revisão da matéria demandaria o reexame do conjunto fático-probatório, vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ, e porque não foi demonstrada divergência jurisprudencial com o cotejo analítico exigido (art.255 RISTJ) para fins da alínea c do art. 105 da CF; no mérito, o Tribunal de origem concluiu que não houve boa-fé objetiva do servidor, pois continuou percebendo o auxílio mesmo após deixar de prover a assistência à saúde dos dependentes, justificando a restituição dos valores com amparo na Lei 8.112/90.
- Parties
- Apelante/recorrente: SILVIO ROBERTO TEIXEIRA BARREIRA; Ré/recorrida: Universidade Federal do Ceará (UFCE)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 March 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Não Conhecimento Do Recurso Especial (decisão De Admissibilidade/decisão Interlocutória)
- Outcome
- Não conheço do recurso especial.
- Legal Topics
- Auxílio Saúde Suplementar, Ressarcimento Ao Erário, Boa Fé Objetiva, Irredutibilidade De Vencimentos, Repetição De Indébito Administrativo (tema 1009 Stj), Admissibilidade De Recurso Especial, Dissídio Jurisprudencial
Case Brief
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Parties
SILVIO ROBERTO TEIXEIRA BARREIRA
Apelante/recorrente
Universidade Federal do Ceará (UFCE)
Ré/recorrida
Procedural Posture
Recurso Especial / Não Conhecimento Do Recurso Especial (decisão De Admissibilidade/decisão Interlocutória)
Legal Issues
- 1 Obrigatoriedade de restituição de valores recebidos a título de auxílio-saúde suplementar
- 2 Caracterização da boa-fé objetiva do servidor
- 3 Possibilidade de revisão de matéria fático-probatória em recurso especial (Súmula 7/STJ)
Ratio Decidendi
O recurso especial não foi conhecido porquanto a revisão da matéria demandaria o reexame do conjunto fático-probatório, vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ, e porque não foi demonstrada divergência jurisprudencial com o cotejo analítico exigido (art.255 RISTJ) para fins da alínea c do art. 105 da CF; no mérito, o Tribunal de origem concluiu que não houve boa-fé objetiva do servidor, pois continuou percebendo o auxílio mesmo após deixar de prover a assistência à saúde dos dependentes, justificando a restituição dos valores com amparo na Lei 8.112/90.
Court Disposition
Não conheço do recurso especial.
Orders
- Não conheço do recurso especial
- Publique-se
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