AREsp 1388715 - DECISAO
As benfeitorias foram realizadas após o ajuizamento da execução, caracterizando má-fé do embargante, de modo que é indevida a indenização; mostrou-se razoável a retenção das edificações como indenização pelo uso do bem por mais de 11 anos; além disso, a reapreciação do conjunto fático-probatório é vedada pela Súmula 7/STJ, razão pela qual se negou provimento ao agravo.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 December 2021
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos / Contra Decisão Que Inadmitiu O Recurso Especial
- Outcome
- NEGO PROVIMENTO ao agravo
- Legal Topics
- Benfeitorias, Indenização, Má Fé, Enriquecimento Sem Causa, Execução, Posse, Retenção De Edificações
Case Brief
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Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos / Contra Decisão Que Inadmitiu O Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Indevida indenização por benfeitorias realizadas em terreno alheio após o ajuizamento de execução
- 2 Aplicação por analogia dos arts. 1.220 e 1.255 do CC/2002
- 3 Impossibilidade de reexame do conjunto fático-probatório em razão da Súmula 7/STJ
Ratio Decidendi
As benfeitorias foram realizadas após o ajuizamento da execução, caracterizando má-fé do embargante, de modo que é indevida a indenização; mostrou-se razoável a retenção das edificações como indenização pelo uso do bem por mais de 11 anos; além disso, a reapreciação do conjunto fático-probatório é vedada pela Súmula 7/STJ, razão pela qual se negou provimento ao agravo.
Court Disposition
NEGO PROVIMENTO ao agravo
Orders
- Publique-se
- Intimem-se
Full Case Text
Judgment text and source record
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