HC 831311 - DECISAO
O habeas corpus não é via adequada para reexame do conjunto fático-probatório; não se verifica flagrante ilegalidade que imponha concessão de ofício; o mandado de busca e apreensão foi fundamentado em investigações preliminares e inquérito, e, alternativamente, o delito de tráfico configura situação de permanência que justificaria atuação policial; a suposta violação do art. 212 do CPP configura nulidade relativa, exigindo arguição tempestiva e demonstração de prejuízo nos termos do art. 563 do CPP, o que não ocorreu; assim, mantêm-se a validade das provas e a decisão condenatória e denega-se a ordem de habeas corpus.
- Parties
- Paciente: MARCIA GOIS DE OLIVEIRA; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO (Apelação Criminal 0000018-71.2019.8.26.0546)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 20 December 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória
- Outcome
- Ordem denegada
- Legal Topics
- Busca E Apreensão, Nulidade Processual, Art. 212 Do CPP, Prova Indiciária, Art. 33, § 4º, Da Lei N. 11.343/2006, Liminar, Flagrante Ilegalidade, Preclusão
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
MARCIA GOIS DE OLIVEIRA
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO (Apelação Criminal 0000018-71.2019.8.26.0546)
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória
Legal Issues
- 1 legalidade da busca e apreensão baseada em denúncia anônima
- 2 inversão da ordem de inquirição das testemunhas e possível ofensa ao art. 212 do CPP
- 3 suficiência da prova para condenação
Ratio Decidendi
O habeas corpus não é via adequada para reexame do conjunto fático-probatório; não se verifica flagrante ilegalidade que imponha concessão de ofício; o mandado de busca e apreensão foi fundamentado em investigações preliminares e inquérito, e, alternativamente, o delito de tráfico configura situação de permanência que justificaria atuação policial; a suposta violação do art. 212 do CPP configura nulidade relativa, exigindo arguição tempestiva e demonstração de prejuízo nos termos do art. 563 do CPP, o que não ocorreu; assim, mantêm-se a validade das provas e a decisão condenatória e denega-se a ordem de habeas corpus.
Court Disposition
Ordem denegada
Orders
- Liminar indeferida
- Denego a ordem de habeas corpus
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment