AREsp 2600337 - DECISAO
Conheceu-se do agravo em recurso especial e, após examinar as razões, manteve-se a decisão do Tribunal de origem: a abordagem e a busca pessoal foram consideradas legítimas diante do conjunto fático-probatório (informações via COPOM, imagens de segurança, proximidade temporal e espacial com o furto e comportamento dos acusados), não havendo nulidade a ser reconhecida; quanto aos maus antecedentes, não houve prequestionamento específico sobre o período de dez anos, e a corte estadual agiu conforme entendimento de que o período depurador de cinco anos não se aplica aos maus antecedentes (Tema 150/STF); por fim, a fixação do regime semiaberto foi justificada pela presença de circunstância...
- Parties
- Agravante/recorrente: MICHELLE FERNANDA BRANDINO; Ministério Público/parte Contrária: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 30 July 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça (decisão Monocrática/conhecimento E Julgamento Do Agravo)
- Outcome
- Conhecido o agravo em parte; negado provimento ao recurso especial com fundamento na Súmula 568 do STJ.
- Legal Topics
- Busca Pessoal, Maus Antecedentes, Regime Inicial De Cumprimento De Pena, Inadmissão De Recurso Especial, Súmulas E Prequestionamento
Case Brief
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Parties
MICHELLE FERNANDA BRANDINO
Agravante/recorrente
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO
Ministério Público/parte Contrária
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça (decisão Monocrática/conhecimento E Julgamento Do Agravo)
Legal Issues
- 1 ilegitimidade/ilegalidade da busca pessoal e aplicação do art. 244 do CPP
- 2 valoração dos maus antecedentes e aplicação do período depurador (art. 64, I, CP e Tema 150/STF)
- 3 fixação do regime inicial diante de circunstâncias judiciais negativas (art. 33 do CP)
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo em recurso especial e, após examinar as razões, manteve-se a decisão do Tribunal de origem: a abordagem e a busca pessoal foram consideradas legítimas diante do conjunto fático-probatório (informações via COPOM, imagens de segurança, proximidade temporal e espacial com o furto e comportamento dos acusados), não havendo nulidade a ser reconhecida; quanto aos maus antecedentes, não houve prequestionamento específico sobre o período de dez anos, e a corte estadual agiu conforme entendimento de que o período depurador de cinco anos não se aplica aos maus antecedentes (Tema 150/STF); por fim, a fixação do regime semiaberto foi justificada pela presença de circunstância...
Court Disposition
Conhecido o agravo em parte; negado provimento ao recurso especial com fundamento na Súmula 568 do STJ.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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