REsp 2133095 - DECISAO
Conheceu-se parcialmente do recurso especial e, ao apreciar as questões de validade das buscas, da manutenção da prisão preventiva e da dosimetria, concluiu-se que as buscas pessoal e domiciliar foram lícitas em razão do monitoramento policial e da fundada suspeita corroborada pela apreensão de drogas em veículo e na residência; a prisão preventiva foi mantida por fundamentação idônea (reincidência e risco de reiteração delitiva) nos termos do art. 312 do CPP; a pretensão de desclassificação para porte para consumo pessoal não foi acolhida por depender de reexame fático-probatório vedado pela Súmula 7 do STJ; e a exasperação da pena-base foi corretamente fundamentada pela...
- Parties
- Recorrente: DIEGO GONÇALVES ALVARENGA; Respondente: Ministério Público do Estado do Paraná; Interveniente: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 January 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Mérito Decisão Monocrática
- Outcome
- conheço parcialmente do recurso especial e nego provimento à parte conhecida
- Legal Topics
- Busca Pessoal, Busca Domiciliar, Prisão Preventiva, Tráfico De Drogas, Dosimetria Da Pena, Desclassificação Para Uso Pessoal
Case Brief
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Parties
DIEGO GONÇALVES ALVARENGA
Recorrente
Ministério Público do Estado do Paraná
Respondente
Ministério Público Federal
Interveniente
Procedural Posture
Recurso Especial / Mérito Decisão Monocrática
Legal Issues
- 1 legalidade da busca pessoal e domiciliar realizada sem mandado judicial
- 2 necessidade de manutenção da prisão preventiva
- 3 possibilidade de desclassificação do crime de tráfico para porte para consumo pessoal
Ratio Decidendi
Conheceu-se parcialmente do recurso especial e, ao apreciar as questões de validade das buscas, da manutenção da prisão preventiva e da dosimetria, concluiu-se que as buscas pessoal e domiciliar foram lícitas em razão do monitoramento policial e da fundada suspeita corroborada pela apreensão de drogas em veículo e na residência; a prisão preventiva foi mantida por fundamentação idônea (reincidência e risco de reiteração delitiva) nos termos do art. 312 do CPP; a pretensão de desclassificação para porte para consumo pessoal não foi acolhida por depender de reexame fático-probatório vedado pela Súmula 7 do STJ; e a exasperação da pena-base foi corretamente fundamentada pela...
Court Disposition
conheço parcialmente do recurso especial e nego provimento à parte conhecida
Orders
- Conheço parcialmente do recurso especial e nego provimento à parte conhecida.
- Publique-se.
Full Case Text
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