HC 903505 - DECISAO
O STJ não conheceu do habeas corpus: tratando-se de habeas corpus substitutivo de revisão criminal e de matérias que ou não foram examinadas pelo Tribunal de origem ou exigiriam reexame aprofundado do acervo probatório (supressão de instância), a via é inadequada; ademais, quanto à alegada quebra da cadeia de custódia, aplicou-se o princípio tempus regit actum, por se tratar de fatos de 2015 anteriores à Lei n. 13.964/2019; quanto ao acesso ao celular, verificou-se que o aparelho foi encontrado desbloqueado e que o acesso a dados cadastrais/agenda não exigia autorização judicial, não havendo constrangimento ilegal que autorizasse a concessão da ordem.
- Parties
- Paciente: FABIO JOSE GONCALVES FRANCA; Órgão Prolator Do Acórdão: Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo - TJSP; Interessado/manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 18 June 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus Substitutivo De Revisão Criminal / Decisão De Não Conhecimento Pelo STJ
- Outcome
- não conhecido do habeas corpus
- Legal Topics
- Cadeia De Custódia, Ilegitimidade De Prova, Acesso a Dados De Telefone Celular, Habeas Corpus Substitutivo, Supressão De Instância, Tempus Regit Actum
Case Brief
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Parties
FABIO JOSE GONCALVES FRANCA
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo - TJSP
Órgão Prolator Do Acórdão
Ministério Público Federal
Interessado/manifestante
Procedural Posture
Habeas Corpus Substitutivo De Revisão Criminal / Decisão De Não Conhecimento Pelo STJ
Legal Issues
- 1 nulidade por alegada quebra da cadeia de custódia
- 2 ilegitimidade do acesso a dados de celular sem autorização judicial
- 3 cabimento do habeas corpus como substitutivo de revisão criminal
Ratio Decidendi
O STJ não conheceu do habeas corpus: tratando-se de habeas corpus substitutivo de revisão criminal e de matérias que ou não foram examinadas pelo Tribunal de origem ou exigiriam reexame aprofundado do acervo probatório (supressão de instância), a via é inadequada; ademais, quanto à alegada quebra da cadeia de custódia, aplicou-se o princípio tempus regit actum, por se tratar de fatos de 2015 anteriores à Lei n. 13.964/2019; quanto ao acesso ao celular, verificou-se que o aparelho foi encontrado desbloqueado e que o acesso a dados cadastrais/agenda não exigia autorização judicial, não havendo constrangimento ilegal que autorizasse a concessão da ordem.
Court Disposition
não conhecido do habeas corpus
Orders
- Não conhecer do habeas corpus
- Publique-se
Full Case Text
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