REsp 2161450 - ACORDAO

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Por aplicação da jurisprudência do STJ, quando a atuação da agência se limita à intermediação da venda de passagens e não há defeito próprio na prestação do serviço, não há responsabilidade solidária pelos prejuízos do cancelamento do voo; assim, reconheceu-se a ilegitimidade passiva da Decolar.com Ltda., determinou-se sua exclusão do polo passivo e a extinção do processo sem resolução do mérito nos termos do art. 485, VI, do CPC.

Parties
Autora: Ellen Cristinne Segura Lopes Roveri; Recorrente: Decolar.com Ltda.
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
30 October 2025
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento De Recurso Especial
Outcome
Recurso especial provido
Legal Topics
Cancelamento De Voo, Ilegitimidade Passiva, Agência Intermediadora, Danos Materiais, Danos Morais

Case Brief

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Parties

Ellen Cristinne Segura Lopes Roveri

Autora

Decolar.com Ltda.

Recorrente

Procedural Posture

Recurso Especial / Julgamento De Recurso Especial

  1. 1 Responsabilidade solidária da agência intermediadora por cancelamento de voo
  2. 2 Aplicação do art. 14, § 3º do CDC quanto à exclusão de responsabilidade
  3. 3 Incidência da Súmula n. 568 do STJ sobre ilegitimidade passiva

Ratio Decidendi

Por aplicação da jurisprudência do STJ, quando a atuação da agência se limita à intermediação da venda de passagens e não há defeito próprio na prestação do serviço, não há responsabilidade solidária pelos prejuízos do cancelamento do voo; assim, reconheceu-se a ilegitimidade passiva da Decolar.com Ltda., determinou-se sua exclusão do polo passivo e a extinção do processo sem resolução do mérito nos termos do art. 485, VI, do CPC.

Court Disposition

Recurso especial provido

Orders

  • Reconhecer a ilegitimidade passiva da Decolar.com Ltda.
  • Excluir a Decolar.com Ltda. do polo passivo da demanda