AREsp 1869315 - DECISAO
O agravo foi negado porque o acórdão recorrido analisou fundamentadamente as questões, a capitalização mensal de juros é permitida quando expressamente pactuada ou autorizada por legislação/medida provisória e sua revisão exigiria exame de cláusulas e prova, vedado em recurso especial pelas Súmulas 5 e 7 do STJ; a comissão de permanência é admissível desde que não cumulada com outros encargos; não houve negativa de prestação jurisdicional e faltou prequestionamento quanto aos arts. 85 e 86 do CPC, razão por que o recurso não merece provimento.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 19 August 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão Que Negou Provimento Ao Agravo
- Outcome
- Negou provimento ao agravo
- Legal Topics
- Capitalização De Juros, Anatocismo, Comissão De Permanência, Vencimento Antecipado, Abusividade De Juros, Honorários Advocatícios, Preclusões E Súmulas
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Que Negou Provimento Ao Agravo
Legal Issues
- 1 Aplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor aos contratos bancários
- 2 Validade da capitalização mensal de juros (anatocismo)
- 3 Possibilidade de revisão da taxa de juros remuneratórios
Ratio Decidendi
O agravo foi negado porque o acórdão recorrido analisou fundamentadamente as questões, a capitalização mensal de juros é permitida quando expressamente pactuada ou autorizada por legislação/medida provisória e sua revisão exigiria exame de cláusulas e prova, vedado em recurso especial pelas Súmulas 5 e 7 do STJ; a comissão de permanência é admissível desde que não cumulada com outros encargos; não houve negativa de prestação jurisdicional e faltou prequestionamento quanto aos arts. 85 e 86 do CPC, razão por que o recurso não merece provimento.
Court Disposition
Negou provimento ao agravo
Orders
- Nega provimento ao agravo
- Majora em 10% (dez por cento) a quantia já arbitrada a título de honorários em favor da parte recorrida, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015, observando-se os §§ 2º e 3º do mesmo artigo
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment