CR 15849 - DECISAO

CR 15849 - DECISAO

Concedeu-se o exequatur porque a comissão tinha por objetivo apenas dar ciência da existência de processo na jurisdição estrangeira, a parte interessada compareceu, foi regularmente representada, e não houve ofensa à soberania nacional, à dignidade da pessoa humana ou à ordem pública; assim, após o trânsito em julgado, os autos devem ser devolvidos à Justiça rogante por meio da autoridade central competente.

Parties
Juízo Rogante: Justiça de Luxemburgo; Parte Interessada / Citada: MARIA DO AMPARO FEQUES SANTOS
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
04 February 2021
Procedural Posture
Carta Rogatória / Decisão (concessão De Exequatur)
Outcome
Exequatur concedido; autos a serem devolvidos à Justiça rogante após o trânsito em julgado.
Legal Topics
Carta Rogatória, Citação Internacional, Exequatur, Cooperação Jurídica Internacional, Custas Processuais

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

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Parties

Justiça de Luxemburgo

Juízo Rogante

MARIA DO AMPARO FEQUES SANTOS

Parte Interessada / Citada

Procedural Posture

Carta Rogatória / Decisão (concessão De Exequatur)

  1. 1 Concessão de exequatur para carta rogatória
  2. 2 Devolução dos autos à Justiça rogante após cumprimento da diligência
  3. 3 Compatibilidade da diligência com a soberania nacional, dignidade da pessoa humana e ordem pública

Ratio Decidendi

Concedeu-se o exequatur porque a comissão tinha por objetivo apenas dar ciência da existência de processo na jurisdição estrangeira, a parte interessada compareceu, foi regularmente representada, e não houve ofensa à soberania nacional, à dignidade da pessoa humana ou à ordem pública; assim, após o trânsito em julgado, os autos devem ser devolvidos à Justiça rogante por meio da autoridade central competente.

Court Disposition

Exequatur concedido; autos a serem devolvidos à Justiça rogante após o trânsito em julgado.

Orders

  • Concedo o exequatur, com fundamento no art. 216-O, c/c o art. 216-P do RISTJ.
  • Determino a devolução dos autos à Justiça rogante após o trânsito em julgado, por intermédio da autoridade central competente, com fundamento no art. 216-X do RISTJ.