CR 15165 - DECISAO

CR 15165 - DECISAO

Concedeu-se o exequatur porque a transmissão diplomática da carta rogatória presume a autenticidade dos documentos e dispensa tradução juramentada quando estes permitem a compreensão da controvérsia, não havendo prejuízo ao direito de defesa; a intimação prévia por via postal recebida por terceiro é válida; e a eventual nomeação de defensor para atuação no juízo rogante é competência da autoridade central (Decreto n. 8.343/2014). Assim, por não haver ofensa à soberania, dignidade ou ordem pública, foi deferido o pedido nos termos dos arts. 216-O e 216-P do RISTJ.

Parties
Interessada: MÔNICA ALVES DOS SANTOS WOODTLI; Curadora Especial (impugnante): Defensoria Pública; Manifestante (opinionou Pela Concessão): Ministério Público Federal
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
08 February 2021
Procedural Posture
Carta Rogatória (comissão Rogatorial) / Concessão De Exequatur
Outcome
Exequatur concedido
Legal Topics
Carta Rogatória, Exequatur, Tradução De Documentos Enviados Por Via Diplomática, Intimação Prévia Por Via Postal Recebida Por Terceiro, Nomeação De Defensor Público E Atuação Da Autoridade Central

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Parties

MÔNICA ALVES DOS SANTOS WOODTLI

Interessada

Defensoria Pública

Curadora Especial (impugnante)

Ministério Público Federal

Manifestante (opinionou Pela Concessão)

Procedural Posture

Carta Rogatória (comissão Rogatorial) / Concessão De Exequatur

  1. 1 exigência de tradução de documentos encaminhados por via diplomática
  2. 2 validade da intimação prévia por via postal recebida por terceiro
  3. 3 competência para nomeação de defensor público/advogado pro bono para atuação no juízo rogante

Ratio Decidendi

Concedeu-se o exequatur porque a transmissão diplomática da carta rogatória presume a autenticidade dos documentos e dispensa tradução juramentada quando estes permitem a compreensão da controvérsia, não havendo prejuízo ao direito de defesa; a intimação prévia por via postal recebida por terceiro é válida; e a eventual nomeação de defensor para atuação no juízo rogante é competência da autoridade central (Decreto n. 8.343/2014). Assim, por não haver ofensa à soberania, dignidade ou ordem pública, foi deferido o pedido nos termos dos arts. 216-O e 216-P do RISTJ.

Court Disposition

Exequatur concedido

Orders

  • Concedo o exequatur para citar a interessada por meio de oficial de justiça.
  • Remeta-se a comissão à Justiça Federal, à Seção Judiciária de Minas Gerais, para as providências cabíveis.